Categoria:Poesia portuguesa
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Páginas na categoria "Poesia portuguesa"
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A
- A abanar o fogareiro
- A Alma Nova
- A arrábida
- A caixa que não tem tampa
- A chaga que, Senhora, me fizestes
- A Christo
- A D. Leonis Pereira
- A D. Luís de Ataíde, Viso-Rei
- A D. Simão da Silveira
- A Elegíada
- A esmola que te vi dar
- A fada negra
- A fermosura desta fresca serra
- A Flor do Sonho
- A Hydra
- A idéia (Antero de Quental)
- A laranja que escolheste
- A luva que retiraste
- A Maior Tortura
- A manhã fresca está, sereno o vento
- A mantilha de espanhola
- A Minha Dor
- A Minha Tragédia
- À morte de Leandro e Hero
- A Morte, que da vida o nó desata
- A moça que há na estalagem
- A Mãe
- A neve pôs uma toalha calada sobre tudo
- A noite desce, o calor soçobra um pouco
- A roda dos dedos juntos
- A rosa que se não colhe
- A Santos Valente
- A senhora da Agonia
- A Sulamita
- A terra é sem vida, e nada
- A ti, Senhor, a quem as sacras Musas
- A tua boca de riso
- A tua irmã é pequena
- A tua janela é alta
- A tua saia, que é curta
- A Ulina
- A um Certo Homem
- A um crucifixo
- A Um Livro
- A um poeta (Antero de Quental)
- A uma ausência
- A uma crueldade formosa
- A uma mulher (Antero de Quental)
- A Valla
- A vida é pouco aos bocados
- A vida é um hospital
- A violeta mais bela que amanhece
- Abdicação
- Acendeste uma candeia
- Acho tão natural que não se pense
- Acordando
- Acordo de noite subitamente
- Ad amicos
- Adivinhei o que pensas
- Adoração
- Agora que sinto amor
- Ah! imiga cruel, que apartamento
- Ah, Fortuna cruel! Ah, duros Fados
- Ah, minha Dinamene assi deixaste
- Ai flores, ai flores do verde pino
- Ai meu amigo, meu, per boa fe
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A cont.
- Ai, dona fea, foste-vos queixar
- Ai, fals'amigu'e sen lealdade
- Ai, os pratos de arroz doce
- Ai, vem!
- Alegres campos, verdes arvoredos
- Alma gentil, que à firme Eternidade
- Alma minha gentil, que te partiste
- Alma Perdida
- Amad'e meu amigo
- Amaritudo
- Ambos à beira do poço
- Amiga
- Amiga, faço-me maravilhada
- Amiga, muit'ha gran sazón
- Amigo, pois vos non vi
- Amor vivo
- Amor é um arder, que se não sente
- Amor, co'a esperança já perdida
- Amor, que o gesto humano n' alma escreve
- Andei sozinho na praia
- Andorinha que passaste
- Andorinha que vais alta
- Angústia
- Anima mea (Antero de Quental)
- Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rasto
- Antigo Thema
- Ao dobrar o guardanapo
- Ao entardecer, debruçado pela janela
- Ao longe os barcos de flores
- Ao meu coração um peso de ferro
- Ao Vento
- Aparta o cabelo ao meio
- Apartava-se Nise de Montano
- Apolo e as nove Musas, descantando
- Apolo e as nove Musas, discantando
- Aquela fera humana que enriquece
- Aquela fé tão clara e verdadeira
- Aquela loura de preto
- Aquela que mora ali
- Aquela que tinha pobre
- Aquela que, de pura castidade
- Aquela senhora tem um piano
- Aquela senhora velha
- Aquela triste e leda madrugada
- Aqueles claros olhos que chorando
- Aquella flor
- Archanjo vae-te embora: é tarde: em nossas casas
- Arrojos
- As bolas de sabão que esta criança
- As gaivotas, tantas, tantas
- As Minhas Ilusões
- As ondas que a maré conta
- As quatro canções que seguem
- As Rosas (Ricardo Reis)
- As Velhitas
- As Victimas
- Aspiração (Antero de Quental)
- Assim como falham as palavras
- Astro da Rua
- Auto-Retrato
B
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B cont.
C
- Cabeça de ouro mortiço
- Caiu no chão a laranja
- Caiu no chão o novelo
- Caminhante que vás tão de corrida
- Camões e o amor
- Cancioneiro d'elrei D. Diniz
- Cancioneiro de João de Lemos
- Cancioneiro de João de Lemos/Flores e Amores/Introdução
- Cantando estava um dia bem seguro
- Cantata à morte de Inês de Castro
- Cantigas de portugueses
- Canção da Ribeirinha
- Cara minha inimiga, em cuja mão
- Cartas de Olinda e Alzira
- Castanhetas, castanholas
- Castelã (Florbela Espanca)
- Castelã da Tristeza
- Chama-te boa, e o sentido
- Charneca em Flor
- Chorae arcadas
- Chorai Arcadas
- Chorai, Ninfas, os fados poderosos
- Chorosos versos meus desentoados
- Ciume
- Clepsydra
- Com grandes esperanças já cantei
- Com os Mortos
- Com que voz chorarei meu triste fado
- Com voz desordenada, sem sentido
- Comes melão às dentadas
- Comi melão retalhado
- Como
- Como fizeste, Pórcia, tal ferida?
- Como nas Alcaçarias (grafia atualizada)
- Como nas Alcaçarias (grafia do século XIX)
- Como podes, ó cego pecador
- Como quando do mar tempestuoso
- Como quem num dia de Verão abre a porta
- Como um grande borrão de fogo sujo
- Compras carapaus ao cento
- Compreender um ao outro
- Comunhão
- Consulta
- Contemplação (Antero de Quental)
- Contente vivi já, vendo-me isento
- Conversação doméstica afeiçoa
- Convite a Marília
- Coroai-me
- Corre a água pelas calhas
- Correm turvas as águas deste rio
- Cortaste com a tesoura
- Crecei, desejo meu, pois que a Ventura
- Creio que irei morrer
- Crepuscular
- Criança desconhecida e suja brincando à minha porta
- Criou a Natureza damas belas
- Cruel destino!
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