Suave Mari Magno
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| Suave Mari Magno por |
| Poema publicado em Ocidentais. |
Lembra-me que, em certos dias,
Na rua, o sol de verão,
Envenenado morria
Um pobre cão.
Arfava, espumava e ria,
De um riso espúrio e bufão,
Ventre e pernas sacudia
Na convulsão
Nenhum, nenhum curioso
Passava, sem se deter,
Silencioso,
Junto ao cão que ia morrer,
Como se lhe desse gozo
Ver padecer
