A Alma Nova/Dedicatória

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A Alma Nova por Guilherme de Azevedo
Dedicatória


A Anthero de Quental

Meu amigo.

Este livro parece-me um pouco do nosso tempo. Sorrindo ou combatendo, fala da Humanidade e da Justiça, inspirando-se no mundo que nos rodeia.

E porque julgo que elle segue na direcção nova dos espiritos, offereço-o a um obreiro honesto do pensamento: a uma alma lucida, moderna e generosa.

Dezembro de 1873.
Guilherme d'Azevedo.