Amante preso

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Amante preso
por Manuel Botelho de Oliveira


Anarda, fui primeiro
De teus valentes raios prisioneiro;
Prendeu-me agora o fado,
Às mãos de ũa desgraça castigado;
Tenho pois de prisões dobrado peso;
No corpo preso estou, n'alma estou preso.