Autor:Alcides Munhoz
| Alcides Munhoz | |
|---|---|
| Nascimento | 2 de agosto de 1873 Curitiba |
| Morte | 30 de junho de 1930 Curitiba |
| Ocupação | romancista, dramaturgo, crítico, funcionário público |
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Alcides Munhoz foi um romancista, teatrólogo, crítico, funcionário público e membro da Academia Paranaense de Letras.
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Segundo a Academia Paranaense de Letras, Alcides Munhoz (02/08/1873, Curitiba – 13/06/1930), é foi o fundador da cadeira N. 11. Era filho de Caetano Alberto Munhoz (1847 - 1908) e sua primeira esposa Leonídia da Silva Pereira. Era neto de Caetano José Munhoz (1817-1877), industrial da erva-mate. Ficou órfão de mãe aos nove anos e foi levado para São Paulo por seu pai, que o apresentou ao então Padre e futuro bispo Alberto José Gonçal¬ves, e o matriculou no Seminário Episcopal. Tornou-se funcionário do Estado do Paraná. O seu livro de estreia foi “Scalpellum”, uma crítica aos versos heréticos de Euclides Bandeira. Travou polêmicas com Vicente de Carvalho e com Osório Duque Estrada. Publicou “Sílvio Romero” (oúsculo que contém a sua polêmica com este sergipano), o” Alemanismo no Sul do Brasil”, em 1907, “A Teutofobia do Sr. Sílvio Romero”, em 1910 e “O Cérebro de Um Duque”, de 1922. Tornou-se um propagandista do potencial socioeconômico do Paraná, cujo exemplo é “Le Paraná pour l’Ètranger”, em 1907. Incentivou o plantio do trigo, com “O Pão Brasileiro” e “O Paraná e o Trigo”. Foi ainda secretário-geral do Estado, por sete anos, no governo de Caetano Munhoz da Rocha (de 1920 a 1928). Ao que parece, algumas de suas peças chegaram a ser encenadas por Jaime Costa e Procópio Ferreira.
Obras
[editar]Crônica
[editar]- O Sr. Sílvio Romero e o alemanismo no sul do país, 1907
- A teutofobia do Sr. Sílvio Romero, 1910/1912
- O cérebro de um duque, 1922
Romance
[editar]- Pathmos, 1903
- Mbá, 1904
- O grande teatro, 1905
Teatro
[editar]- Comédia paranaense, 1921 (Contendo "Flor do Campo",“O Vigiado”, “As Meias de Seda”, “Castor e Polux” e “Estrela Polar”, publicado pela tipografia “A. Guimarães & Filho” - Sebastião Paraná (1864 - 1938) disse no jornal "Commercio do Paraná" que a peça “Flor do Campo” era um “verdadeiro hino às belezas da pradaria paranaense” além de “perfeito estudo psicológico da sociedade moderna”. (COMMERCIO DO PARANÁ, Anno X, N. 3588 – Curitiba, 04 de janeiro de 1922 p. 1).
- Dom luxo, 1922 - ” (homenagem à Independência do Brasil)
- Idílio do tempo - sabor do beijo, 1922
- A hora da missa, 1927
Outros
[editar]- Scalpellu, crítica ou história literária, 1901 - uma crítica aos versos heréticos de Euclides Bandeira
“Le Paraná pour l’Ètranger”, em 1907 “O Pão Brasileiro” “O Paraná e o Trigo”
Este autor está em domínio público no Brasil porque faleceu em 1930 e, de acordo com a Lei 5988/1973, Título III, Art. 42, § 2º, os direitos patrimoniais de suas obras expiraram após 60 anos contados de 1º de janeiro do ano subsequente ao de seu falecimento.
