Autor:Leonor de Almeida Portugal
Aparência
| Leonor de Almeida Portugal, Marquesa de Alorna | |
|---|---|
| Leonor de Almeida Portugal de Lorena e Lencastre | |
| Pseudônimo(s) | Alcipe |
| Nascimento | 31 de outubro de 1750
Lisboa |
| Morte | 11 de outubro de 1839 (88 anos) Lisboa |
| Ocupação | poeta, salonnière, pintor, tradutor, escritor |
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Leonor de Almeida Portugal de Lorena e Lencastre (Lisboa, 31 de outubro de 1750 — Lisboa, 11 de outubro de 1839) foi uma nobre e poetisa portuguesa. Conhecida como "Alcipe", era filha de D. João de Almeida Portugal, 2.º marquês de Alorna e 4.º conde de Assumar.
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Autora:Leonor de Almeida Portugal
Obra
[editar]- 1814 - De Buonaparte e dos Bourbons; e da necessidade de nos unirmos aos nossos legitimos principes, para a felicidade da França e da Europa: por F. A. de Chateaubriand. Traduzido em linguagem por uma senhora portugueza, Londres
- 1820 - Ensaio sobre a indifferença em materia de religião: trad. de Lamennais, Lisboa, 2 tomos
- Estudo biographico- critico, a respeito da litteratura portugueza, de Romero Ortiz, de pag. 61 a 96, que saíra também na Revista de España, tomo IX;
- 1788 - Elegia à morte de S. A. R. o principe do Brazil O sr. D. José, Lisboa
- 1844 - «Obras poeticas de D. Leonor d'Almeida, etc., conhecida entre os poetas portugueses pelo nome de Alcippe». Lisboa, 1844, com o retrato da autora. Seis volumes:
- Tomo I: Noticia biographica da marqueza, seguida de outra noticia historica de seu esposo e conde de Oeynhausen; Poesias compostas no mosteiro de Chellas; Poesias escriptas depois da sahida do mosteiro de Chellas.
- Tomo II: Continuação das poesias lyricas, escriptas depois da sahida do mosteiro de Chellas.
- Tomo III: A primavera, tradução livre do poema das Estações de Thompson; os primeiros seis cantos do Oberon, poema de Wieland, traduzidos do alemão; Darthula, poema traduzido de Ossian; tradução de uma parte do livro I da llliada em oitava rima.
- Tomo IV: Recreações botanicas, poema original em seis cantos; O Cemiterio d'aldeia, elegia, imitada de Gray; O Eremita, balada imitada de Goldsmith; Ode, imitada de Fulvio Testi; Ode de Lamartine a Filinto Elysio, traduzida; Epistola a lord Byron, imitação da 2ª meditação de Lamartine; imitação da 28ª meditação do mesmo poeta, intitulada: Deus.
- Tomo V: Poetica de Horacio, traduzida com o texto; Ensaio sobre a critIca, de Pope com o texto; O rapto de Proserpina, poema de Claudiano em quatro livros com o texto.
- Tomo VI: Paraphrase dos cento e cinquenta salmos que compõem o Psalterio, em várias espécies de ritmo seguida da paráfrase do varino cânticos bíblicos e hinos da igreja. Parece que a paráfrase dos salmos não fora feita sobre a vulgata, mas sim sobre a versão italiana de Xavier Matthei. Uma parte do Psalterio já fôra publicada em vida da autora, num volume de 4º, impresso em Lisboa, em 1833. A outra parte saíra também anteriormente com o título: Paraphrase e varios psalmos, Lisboa, 1817; também haviam sido impressas em Londres em 8º gr. as traduções da Poetica de Horacio, e do Ensaio sobre a critica, de Pope.
