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Compendio de Botanica

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COMPENDIO
DE
BOTANICA

DO DOUTOR FELIX DE AVELLAR BROTERO, ADDICIONADO E POSTO EM
HARMONIA COM OS CONHECIMENTOS ACTUAES DESTA SCIENCIA, SE-
GUNDO OS BOTANICOS MAIS CELEBRES, COMO MIRBEL, DE CANDOLLE,
RICHARD, LECOQ, E OUTROS.

Apresentado
Á ACADEMIA REAL DAS SCIENCIAS,

E DEDICADO
A ELREI O SENHOR
D. FERNANDO

SEU
PRESIDENTE PERPETUO.

POR
ANTONIO ALBINO DA FONSECA BENEVIDES,

Doutor em Medicina, Socio Correspondente da mesma Academia,
Membro supplente da Instituição Vaccinica, e Medico supra-
numerario do Hospital R. de S. José.

TOMO I.

 

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LISBOA
NA TYPOGRAFIA DA MESMA ACADEMIA

1837.


ARTIGO

EXTRAHIDO DAS ACTAS
DA
ACADEMIA REAL DAS SCIENCIAS
DA SESSÃO DE 2 DE FEVEREIRO DE 1837.

Determina a Academia Real das Sciencias, que seja impresso á sua custa, e debaixo do seu privilegio, o Compendio de Botanica do Doutor Brotero, addicionado, e posto em harmonia com os conhecimentos actuaes desta sciencia, por Antonio Albino da Fonseca Benevides, Correspondente da mesma Academia.

Secretaria da Academia 11 de Fevereiro de 1837.

Joaquim José da Costa de Macedo
Secretario-Perpetuo.


SENHOR

 

Tendo a Academia Real das Sciencias a honra de ser presidida por Vossa Magestade, á qual tambem me preso de pertencer, e cabendo-me a fortuna de ter Vossa Magestade assistido ao Conselho, em que se approvou para reimprimir-se o Compendio de Botanica do Doutor Brotero, por mim addicionado e posto em harmonia com os conhecimentos actuaes desta Sciencia, julguei que o melhor meio de recommendar esta obra, seria estampar no frontispicio della o Nome D’ELREI D. FERNANDO, por estar certo que os primeiros ensaios nas Sciencias exigem ser animados pela protecção dos Principes amigos dos progressos scientificos. Este honroso predicado caracteriza a Vossa Magestade, sob cujos auspicios tenho a honra de publicar os meus trabalhos, como primicias de minha applicação; gosando tambem a ventura de celebrar por este modo, e perpetuar a memoria do fausto dia Natalicio do Herdeiro do Throno e Virtudes Paternaes.

Beija humildemente a Mão Augusta
De Vossa Magestade

Lisboa 16 de Setembro
de 1837.

O mais obediente subdito.
Antonio Albino da Fonseca Benevides.


INDICE.

 Pag. I
§. 1.º Differenças entre os animaes e os vegetaes 
 VIII
NOTAS RESPECTIVAS DO AUTHOR 
 XXII
PARTE PRIMEIRA. 
 1
SEC. I. 
Orgãos da nutrição ou vegetação 
 id.
DIVISAO I. 
Orgãos da nutrição ou vegetação 
 7
CAP. II. 
Descripção especial de cada orgão 
 id.
 id.
ART. 1.º 
Cotyledones (Cotyledones) 
 8
ART. 2.º 
Plumula (Plumula) 
 9
ART. 3.º 
Radicula (Radicula, Rostellum) 
 11

II

ART. 4.º Collo (Collum). Nó vital de Lamark. Mesophyto de Clarion . . . 11

SEC. II. Da Raiz (Radix) . . . id.

ART. 1.º Definição da Raiz . . . id.

ART. 2.º Considerada quanto á sua divisão . . . 12

ART. 3.º Quanto á sua duração . . . id.

ART. 4.º Quanto á sua substancia . . . id.

ART. 5.º Quanto á sua direcção . . . 13

ART. 6.º Quanto á sua fórma . . . id.

ART. 7.º Quanto aos seus appendices . . . 15

SEC. III. Descripção do Tronco (Truncus) . . . 16

ART. 1.º Especies de Troncos . . . id.

ART. 2.º Quanto á sua duração . . . 17

ART. 3.º Quanto á sua natureza . . . id.

ART. 4.º Quanto á sua direcção . . . 18

ART. 5.º Quanto á sua composição . . . 19

ART. 6.º Quanto á sua ramificação . . . 20

ART. 7.º Quanto á sua força e grossura . . . 22

ART. 8.º Quanto á sua vestidura . . . 23

ART. 9.º Quanto á sua superficie . . . 24

ART. 10.º Quanto á sua pubescencia . . . 25

ART. 11.º Quanto á sua armadura . . . id.

ART. 12.º Espinhos . . . 26

ART. 13.º Sustentaculos . . . 27

SEC. IV. Descripção dos gomos, bolbos e bolbilhos . . . 28

ART. 1.º Dos gomos (Gemma). Syn. Invernadoiros (Hybernacula) . . . id.

ART. 2.º Bolbilhos (bulbilli, bulbulli) . . . 30

ART. 3.º Bolbos (bulbi) . . . id.

SEC. V. Das Folhas (Folia) . . . 31

ART. 1.º Da Folheatura (praefoliatio) . . . id.

ART. 2.º Do Limbo (Limbus) . . . 32

ART. 3.º Peciolo (Petiolus) . . . 36

ART. 4.º Das especies de folhas . . . 39 III

§. 1.º Das folhas simplices . . . 40

§. 2.º Das folhas compostas . . . 53

SEC. VI. Descripção das partes accessorias . . . 56

ART. 1.º Das estipulas (stipula) . . . id.

ART. 2.º Das gavinhas (cirrhi) . . . 58

ART. 3.º Dos aculeos, ferrões, abrolhos ou das arnias das plantas . . . 59

ART. 4.º Do Trichismo (trichismus). Hispidez (hispiditas) . . . 60

ART. 5.º Das Glandulas (glandulae) . . . 62

DIVISAO II. Orgãos da reproducção ou fructificação . . . 64

CAP. III. Descripção especial dos orgãos da florescencia . . . id.

SEC. I. Da enumeração dos orgãos da florescencia . . . id.

SEC. II. Descripção das partes accessorias das plantas . . . 65

ART. 1.º Do pedunculo (pedunculus) . . . id.

ART. 2.º Das bracteas (syn. folhas floraes) . . . 71

§. 1.º Do involucro . . . 72

§. 2.º Da cupula (cupula) . . . id.

§. 3.º Do calyculo (calyculus) . . . 73

§. 4.º Da espatha (spatha) . . . id.

§. 5.º Da gluma (gluma) ou casulo proprio das gramineas . . . 74

§. 6.º Da espigueta (spicula) propria das gramineas . . . id.

SEC. III. Da Inflorescencia e suas diversas fórmas . . . 75

ART. 1.º Da Inflorescencia axillar, e suas diversas especies . . . id.

§. 1.º Espiga (spica) . . . 76

§. 2.º Amentilho (amentum) . . . id.

§. 3.º Espadice (spadix, flores spadicei) . . . id. IV

§. 4.º Racimo (racemus, flores racemosi) . . . 77

§. 5.º Panicula (panicula, flores paniculati) . . . id.

ART. 2.º Inflorescencia terminada . . . 78

§. unico. Cymeira (cyma) . . . id.

ART. 3.º Inflorescencia mixta . . . 79

§. 1.º Thyrso (thyrsus) . . . id.

§. 2.º Corymbo (corymbus) . . . id.

ART. 4.º Inflorescencia anómala . . . 80

§. 1.º Umbrella (umbella) . . . id.

§. 2.º Grinalda (sertulum, flores sertulati) . . . 81

§. 3.º Capitulo (capitulum). Syn. calathide, anthodium . . . id.

ART. 5.º Preflorescencia (praefloratio, aestivatio) . . . 82

§. 1.º Preflorescencia imbricada (praefloratio imbricata) . . . id.

§. 2.º Preflorescencia franzida (praefloratio plicativa) . . . id.

§. 3.º Preflorescencia espiral (praefloratio torsiva) . . . id.

§. 4.º Preflorescencia enrugada (praefloratio corrugativa) . . . 83

§. 5.º Preflorescencia valvular (praefloratio valvata) . . . id.

§. 6.º Preflorescencia quincuncial (praefloratio quincuncialis) . . . id.

SEC. IV. Das Envolturas ou tegumentos floraes em geral . . . id.

ART. 1.º Periantheo (periantheum) . . . id.

ART. 2.º Do Calice labiado ou em capacete (calix galeatus) . . . 84

ART. 3.º Do Calice propriamente dito (Calyx) . . . 85

ART. 4.º Da Corolla (Corolla) . . . 89

A. Corolla monopetala regular . . . 90

B. Corolla monopetala irregular . . . 91 V

C. Corolla polypetala . . . 93

D. Corolla polypetala regular . . . 94

E. Corolla polypetala irregular . . . 95

SEC. V. Dos Orgãos sexuaes . . . 96

ART. 1.º Do Estame ou orgão sexual masculino . . . 98

§. 1.º Do Filete (Filamentum) . . . 100

§. 2.º Da Anthera (anthera) . . . 102

§. 3.º Do Pollen, ou pó fecundante (pollen) . . . 106

ART. 2.º Do Pistillo ou orgão sexual feminino . . . 108

§. 1.º Do Ovario (ovarium, germen) . . . 109

§. 2.º Do Estilete (stylus) . . . 111

§. 3.º Do Estigma (stigma) . . . 113

SEC. VI. Das Partes accessorias da flor, ou do receptaculo, nectarios, disco, etc. . . . 115

ART. 1.º Do Receptaculo ou Torus . . . id.

ART. 2.º Dos Nectarios (nectaria) . . . 117

ART. 3.º Do Disco (discus) . . . 118

ART. 4.º Da Inserção (Insertio) . . . 119

CAP. IV. Descripção especial dos orgãos da fructificação, ou do fructo (fructus) . . . 120

SEC. I. Do Pericarpo (pericarpum) . . . id.

ART. unico. Composição do pericarpo . . . 121

SEC. II. Do Grão, ou semente (semen) . . . 126

ART. 1.º Da Amendoa (amygdala, nucleus) . . . 127

ART. 2.º Das Tunicas seminaes (tunicae seminales) . . . 129

CAP. V. Da Classificação dos fructos . . . 131

SEC. I. Classificação, ou Tabella caracteristica de vinte duas especies de fructos, segundo Boitard . . . 132

ART. 1.º Fructos bracteados, tomando na madureza apparencia de hum pericarpo, ou de huma parte do fructo . . . id.

ART. 2.º Pseudospermas. Grãos nús, isto he, cujo pericarpo he pouco ou nada apparente . . . id. VI

ART. 3.º Capsulares. Fructos cujo pericarpo he huma capsula . . . 133

ART. 4.º Carnudos. Fructos cujo pericarpo he carnudo . . . 134

SEC. II. Resumo da classificação dos fructos segundo Mirbel . . . 135

SEC. III. Classificação dos fructos segundo Richard . . . 136

ART. 1.º Dos fructos seccos . . . id.

ART. 2.º Dos fructos carnudos . . . 137

ART. 3.º Dos fructos compostos. Syncarpo . . . id.

ART. 4.º Dos fructos aggregados . . . id.

SEC. IV. Classificação dos fructos segundo De Candolle . . . id.

ART. 1.º Dos fructos simplices . . . id.

ART. 2.º Dos fructos aggregados . . . 138

SEC. V. Classificação dos fructos segundo Desvaux . . . id.

PARTE SEGUNDA Da Organographia, Physiologia, Phitotherisia ou Pathologia . . . 139

DIVISAO I. Da Anatomia e Physiologia . . . 140

CAP. VI. Do tecido cellular ou areolar (complexus cellulosus, tela cellulosa) . . . 141

SEC. I. Anatomia . . . id.

ART. 1.º Cellulas (utriculi) . . . id.

§. 1.º Composição das cellulas . . . id.

§. 2.º Fórma das cellulas, e sua communicação . . . 144

ART. 2.º Tubilhos ou pequenos tubos, e prosenchyma . . . 145

ART. 3.º Raphidas . . . 146

ART. 4.º Raios medullares . . . id.

ART. 5.º Lacunas . . . id.

ART. 6.º Cellulas composta, e materias nellas contidas . . . 147 VII

SEC. II. Physiologia . . . 148

CAP. VII. Do tecido vascular ou tubular (contextus, complexus vascularis, seu tubularis) . . . 149

SEC. I. Anatomia . . . id.

ART. 1.º Vasos nodosos . . . 150

ART. 2.º Vasos porosos (pontuados segundo Richard) . . . id.

ART. 3.º Vasos fendidos ou falsas tracheas . . . id.

ART. 4.º Tracheas verdadeiras . . . 151

ART. 5.º Vasos mixtos . . . id.

ART. 6.º Vasos proprios . . . 152

ART. 7.º Tubos ou vasos simplices . . . id.

ART. 8.º Fibras . . . id.

ART. 9.º Prosenchyma . . . 153

ART. 10.º Poros . . . id.

SEC. II. Physiologia . . . 154

SEC. III. Da estructura do ovulo antes da impregnação, e das modificações porque passa até á madureza do grão . . . 156

CAP. VIII. Da Germinação . . . 161

SEC. I. Da Germinação em geral . . . id.

ART. 1.º Circunstancias necessarias para a germinação . . . 162

ART. 2.º Influencia dos agentes exteriores . . . id.

§. 1.º Influencia da agua . . . id.

§. 2.º Influencia do calor . . . 163

§. 3.º Influencia do ar . . . 164

§. 4.º Influencia do chloro . . . 166

§. 5.º Influencia da terra . . . id.

§. 6.º Influencia negativa da luz . . . 167

§. 7.º Influencia do fluido electrico . . . id.

SEC. II. Dos phenomenos geraes da germinação . . . id.

ART. 1.º Da germinação dos embriões dicotyledoneos ou exhorizos . . . 171 VIII

ART. 2.º Germinação dos embriões monocotyledoneos ou exhorizos . . . 173

CAP. IX. Dos Orgãos da nutrição ou vegetação . . . 174

SEC. I. Da Raiz . . . id.

ART. 1.º Anatomia da Raiz . . . id.

ART. 2.º Physiologia da Raiz . . . 175

§. unico. Usos e funcções da raiz . . . id.

SEC. II. Do Tronco. . . . 177

ART. 1.º Anatomia do caule ou do tronco . . . id.

§. 1.º Organisação do tronco dos vegetaes dicotyledoneos . . . id.

A. Da epiderme . . . id.

B. Do involucro herbaceo . . . 178

C. Das camadas corticaes . . . 179

D. Do alburno ou falso lenho . . . 180

E. Do lenho propriamente dito ou cerne . . . id.

F. Do estojo medullar . . . 181

G. Da medulla . . . 182

§. 2.º Organisação do tronco dos vegetaes monocotyledoneos . . . 183

§. 3.º Organisação do tronco dos fetos arborescentes . . . 184

ART. 2.º Physiologia do tronco . . . id.

SEC. III. Dos gomos; novedios, bolbos, bolbilhos . . . 189

ART. unico. Anatomia, e Physiologia . . . id.

SEC. IV. Folhas e orgãos accessorios, isto he, estipulas, gavinhas, espinhos, aculeos, e pelos . . . 191

ART. 1.º Anatomia . . . id.

ART. 2.º Physiologia . . . 194

CAP. X. Da nutrição e mais funcções das plantas . . . 201

SEC. I. Absorpção, e Sucção . . . id. IX

ART. 1.º Formação do carbonio, oxigenio, azoto nos vegetaes . . . 203

ART. 2.º Causas da sucção . . . 204

SEC. II. Da Seiva, sua marcha ascendente e descendente . . . 205

ART. 1.º Natureza da seiva ascendente . . . id.

ART. 2.º Marcha da seiva descendente . . . id.

ART. 3.º Rapidez do movimento da seiva . . . 206

ART. 4.º Causas da ascensão da seiva . . . 209

ART. 5.º Causas externas e internas auxiliadoras do movimento da seiva . . . 210

ART. 6.º Seiva descendente e sua natureza . . . 213

SEC. III. Da Respiração dos vegetaes . . . 214

SEC. IV. Da Transpiração, e Excreções dos vegetaes . . . 218

SEC. V. Da Assimilação ou nutrição propriamente dita . . . 221

CAP. XI. Dos orgãos da reproducção ou fructificação . . . 223

SEC. I. Dos sexos em geral . . . id.

SEC. II. Da monstruosidade, e viço das flores . . . 226

SEC. III. Da Natureza physiologica das flores . . . 233

SEC. IV. Da Anthese ou desabotoamento das flores . . . 235

SEC. V. Da fecundação das plantas . . . 238

ART. 1.º Phenomenos preparatorios da fecundação . . . 239

ART. 2.º Phenomenos essenciaes da fecundação . . . 240

§. 1.º Acção do pollen sobre o estigma . . . 241

§. 2.º Trajecto da materia fecundante até aos ovulos, e sua acção sobre os mesmos ovulos . . . id.

ART. 3.º Phenomenos consecutivos da fecundação nas plantas . . . 245 X

SEC. VI. Da Propagação e multiplicação . . . 247

SEC. VII. Da Disseminação . . . 249

CAP. XII. Da Degeneração, glandulação, escabrosidade, succulencia, medida, grandeza, cheiro, sabor, côr das plantas, e da naturalidade e singularidade das flores . . . 252

SEC. I. Da Degeneração das plantas . . . id.

SEC. II. Da Glandulação, e escabrosidade das plantas . . . 255

ART. 1.º Glandulas (glandulae) . . . id.

ART. 2.º Verrugas (verrucae) . . . 256

ART. 3.º Callos (calli) . . . id.

ART. 4.º Pontos (puncta) . . . id.

ART. 5.º Grãos (granula, s. grana) . . . 257

ART. 6.º Vesiculas (vesiculae, s. papulae) . . . id.

ART. 7.º Mamillos ou tuberculos (mamilli, s. tubercula) . . . id.

ART. 8.º Utriculos (utriculi) . . . 258

ART. 9.º Folliculos (folliculi) . . . id.

ART. 10.º Póros (pori) . . . id.

ART. 11.º Fossulas (fossula, s. foveae) . . . 259

ART. 12.º Cicatrizes ou pustulas (cicatrices, s. pustulae) . . . 260

SEC. III. Da Succulencia (succulentia, s. lactescentia) dos vegetaes . . . id.

SEC. IV. Da medida, grandeza (magnitudo, s. mensura) dos vegetaes . . . 261

SEC. V. Das cores, cheiros, sabores dos vegetaes (colores, odores, sapores vegetabilium) . . . 263

ART. 1.º Das cores (colores) . . . id.

ART. 2.º Dos cheiros (odores) . . . 265

ART. 3.º Dos sabores (sapores) . . . 267

SEC. VI. Da naturalidade e singularidade das flores . . . 269 XI

DIVISÃO II. Da Phytoterisia ou Pathologia, e da Nosologia vegetal . . . 270

CAP. XIII. Pathologia vegetal . . . id.

SEC. I. Pathologia geral . . . id.

SEC. II. Pathologia especial . . . 272

ART. 1.º Molestias causadas por plantas parasitas . . . id.

ART. 2.º Molestias organicas cujas causas varião, e algumas vezes são desconhecidas . . . 275

ART. 3.º Molestias occasionadas por insectos parasitos . . . 278

SEC. III. Da morte dos vegetaes por velhice . . . 280

CAP. XIV. Nosologia vegetal . . . 281

SEC. I. Classificação de Pathologia vegetal, segundo Plenck . . . id.

SEC. II. Classificação nosologica de Ré . . . 285

SEC. III. Classificação de Pathologia vegetal, segundo Noisette . . . 290

CAP. XV. Resumo dos principios elementares, principios immediatos, e dos productos immediatos dos vegetaes . . . 291

SEC. I. Principios elementares . . . 292

SEC. II. Principios immediatos . . . id.

SEC. III. Dos productos immediatos . . . 294

CAP. XVI. Explicação das figuras contidas nas estampas . . . 298

CAP. XVII. Tabella dos nomes latinos e portuguezes empregados na Glossologia Botanica . . . 321