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Dialogo entre dous mortos/1

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EXTRACTO FILOSOFICO ,
 
QUE
 
SERVE DE INDEX ANALITICO.
 

A Necessaria resoluçaō, que a Naçaō devia tomar para extirpar o germen da decadencia Nacional , devia achar , como succede em todos os choques revolucionarios , grandes obstaculos a seus progressos. A desordem tem seus limites , que naō póde excedellos sem terminar em ordem. Para evitar-se tal resoluçaō , se intentou com maō anticipada reduzir a Naçaō á maior indigencia , tratou-se de deteriorar todas as classes de Proprietarios na fatal organisaçaō dos Corpos de Milicias , e Ordenanças , na facilidade da importaçaō de generos estrangeiros , e no gravame em que se viaō os Nossos : varias reflexōes sobre este objecto. Mostra-se qual sempre foi o caracter da Naçaō Portugueza , suas nobres acçōes , e sacrificios desde 1808 até 1820 , a necessidade de hum Rei Consticional : faz-se hum breve discurso em que se vê quanto nisto se exalta a Magestade : se a Naçaō podia extinguir o Governo antigo , se nisto houve traiçaō. Se, além das causas prescriptas se achaō outras já envelhecidas , que se devaō corrigir. Que se deve pensar sobre Morgados , se estes saō os que mais influem sobre o entorpecimento da industria Nacional. Falla-se dos Donatarios , grandes fundos de Prelados , meias annatas que se cedem á Curia Romana , dinheiro que se emprega para dispensa de casamentos , e outras graças. Reflexōes sóbra. Ordens Religiosas , o que se deve esperar dos Juizes , &c.

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