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|autor=Augusto dos Anjos
}}
 
 
 
Oh! Lua morta de minha vida,
 
E eu ando em busca dos rastos teus...
 
 
 
Vago sem crenças, vagas sem norte,
 
Vive, consolo de minha morte!
 
 
 
Baixa, portanto, coração ermo
 
Dessa dor lenta que não tem termo.
 
 
 
Tu que tombaste no caos extremo
 
Ah! Tu bem sabes por que é que eu gemo!
 
 
 
Instilo mágoas saudoso, e enquanto
Oh! Lua morta da minha vida!
 
[[Categoria:Poesia brasileira]]
[[Categoria:Pré-Modernismo]]
[[Categoria:Augusto dos Anjos]]
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