Diferenças entre edições de "Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990)"

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Base I completado!
(obs, começar base 1 alfabeto)
(Base I completado!)
<ol style="list-style-type: lower-alpha;">
<li><!-- a) -->
Em antropónimos/antropônimos originários de outras línguas e seus derivados: ''Franklin'', ''frankliniano''; ''Kant'', ''kantismo'',; ''Darwin'', ''darwinismo''; ''Wagner'', ''wagneriano''; ''Byron'', ''byroniano''; ''Taylor'', ''taylorista'';
</li>
 
 
<li><!-- c) -->
Em siglas, símbolos e mesmo em palavras adotadas como unidades de medida de curso internacional: ''TWA'', ''KLM''; ''K - potássio'' (de ''kalium''), ''W - oeste'' (''West''); ''kg - quilograma'', ''km - quilómetro'', ''kW - kilowatt'', ''yd - jarda'' (''yard)''); ''Watt''.
</li>
</ol>
 
<li><!-- 3.º -->
Em congruência com o número anterior, mantêm-se nos vocábulos derivados eruditamente de nomes próprios estrangeiros quaisquer combinações gráficas ou sinais diacríticos não peculiares à nossa escrita que figurem nesses nomes: ''comtista'', de ''Comte'',; ''garrettiano'', de ''Garrett''; ''jeffersónia''/''jeffersônia'', de ''Jefferson''; ''mülleriano'', de ''Müller'',; ''shakespearianoshakesperiano'', de ''Shakespeare''.
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Os vocabuláriosvocábulos autorizados registarão grafias alternativas admissíveis, em casos de divulgação de certas palavras de tal tipo de origem (a exemplo de ''fúcsia''/''fúchsia'' e derivados, ''buganvília''bungavília/''buganvílea''bunganvílea/''bougainvíllea'').
</li>
 
 
<li><!-- 5.º -->
As consoantes finais grafadas ''b'', ''c'', ''d'', ''g'' e ''t'' mantêm-se, quer sejam mudas, quer proferidas, nas formas onomásticas em que o uso as consagrou, nomeadamente antropónimos/antropônimos e topónimos/topônimos da tradição bíblica:; ''Jacob'', ''Job'', ''Moab'', ''Isaac'',; ''David'', ''Gad''; ''Gog'', ''Magog''; ''Bensabat'', ''Josafat''.
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Integram-se também nesta forma: ''Cid'', em que o ''d'' é sempre pronunciado; ''Madrid'' e ''ValladolidValhadolid'', em que o ''d'' ora é pronunciado, ora não; e ''Calecut'' ou ''Calicut'', em que o ''t'' se encontra nas mesmas condições.
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Nada impede, entretanto, que dos antropónimos/antropônimos em apreço sejam usados sem a consoante final ''Jó'', ''Davi'' e ''Jacó''.
 
<li><!-- 6.º -->
Recomenda-se que os topónimos/topônimos de línguas estrangeiras se substituam, tanto quanto possívelpos- sível, por formas vernáculas, quando estas sejam antigas e ainda vivas em português ou quando entrem, ou possam entrar, no uso corrente. Exemplo: ''Anvers'', substituído por ''Antuérpia''; ''Cherbourg'', por ''Cherburgo''; ''Garonne'', por ''Garona''; ''GénèveGenève'', por ''Genebra''; ''Jutland'', por ''Jutlândia''; ''Milano'', por ''Milão''; ''München'', por ''MuniqueMuniche''; ''Torino'', por ''Turim''; ''Zürich'', por ''Zurique'', etc.
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