Caramuru/IX: diferenças entre revisões

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==__MATCH__:[[Página:Caramuru 1781.djvu/259]]==
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;I
Infundir valor tal, que conte a história
Por milagre do céu cada vitória
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;III
Onde proas setenta o mar rompiam,
E o Wandemburgo general seguiam.
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==[[Página:Caramuru 1781.djvu/261]]==
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;VI
Tratando o pio rito e o santo culto
Com sacrílega mente e horrendo insulto.
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;IX
De alguns, que insano acometendo freme,
Talhado o braço sobre a terra treme.
</poem>
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;XII
Sem mais que trinta invictos defensores,
Trezentos sacrifica aos seus furores.
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;XV
E, ocupando-lhe o giro dilatado,
O belga cercador deixam cercado.
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==[[Página:Caramuru 1781.djvu/265]]==
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;XVIII
E, já menos bisonha a lusa topa,
Põe em fuga o holandês, se em campo o topa.
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==[[Página:Caramuru 1781.djvu/266]]==
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;XXI
Perde-se o Rio Grande, e noutra empresa
Rende o luso o Pontal e a Fortaleza.
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;XXIV
E nem este, nem o outro ali vencera,
Se o temerário Roxas não morrera.
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;XXVII
Quando ao bravo Nassau dispunha a sorte
Um chefe nele opor prudente e forte
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;XXX
 
;XXXIII
Desembarca Nassau com turba ingente
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==[[Página:Caramuru 1781.djvu/270]]==
<poem>
com turba ingente
Junto de Tapagipe, e empreende o oiteiro
Que nomear costuma a vulgar gente
Fugindo do perigo o infausto efeito.
Com perda igual de gente e de conceito.
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==[[Página:Caramuru 1781.djvu/271]]==
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;XXXVI
Pretendendo ocupar com falso engano
Toda África e Brasil ao lusitano.
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;XXXIX
E o forte Camarão, que em guerra tanta
Com os seus carijós o belga espanta.
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==[[Página:Caramuru 1781.djvu/273]]==
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;XLII
;XLV
Vão com dois regimentos destacados
O moreno e o negreiros da Bahia
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==[[Página:Caramuru 1781.djvu/274]]==
<poem>
da Bahia
A dar paz (se é possível) destinados
Na guerra que o Vieira então movia.
Onde embarcado pela paz chegara,
Com o batavo próprio o convidara.
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==[[Página:Caramuru 1781.djvu/275]]==
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;XLVIII
Deixando no Arrecife sem remédio
Encerrado o holandês com duro assédio,
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==[[Página:Caramuru 1781.djvu/276]]==
<poem>
 
;LI
;LIV
Teles entanto, que expulsar pretende
</poem>
==[[Página:Caramuru 1781.djvu/277]]==
<poem>
Sem igual força o batavo contrário,
Contra o comum conselho o ataque emprende,
Usurpa em mar e terra alto domínio,
Ameaçando dos lusos o extermínio.
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==[[Página:Caramuru 1781.djvu/278]]==
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;LVII
E, turbando dos belgas toda a forma,
Combatem com valor, porém sem norma.
</poem>
==[[Página:Caramuru 1781.djvu/279]]==
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;LX
Deixa o dia, inexpertos nos roteiros,
Nas mãos da nossa tropa prisioneiros.
</poem>
==[[Página:Caramuru 1781.djvu/280]]==
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;LXIII
Põe no campo assombrado da potência,
Igualando o valor coa diligência.
</poem>
==[[Página:Caramuru 1781.djvu/281]]==
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;LXVI
Até que por mil casos duvidosos
Vê sobre o monte os campeões briosos.
</poem>
==[[Página:Caramuru 1781.djvu/282]]==
<poem>
 
;LXIX
Ocupa o mando, que já vago estima,
E o batavo à peleja altivo anima.
</poem>
==[[Página:Caramuru 1781.djvu/283]]==
<poem>
 
;LXXII
Conduzindo em fortuita derrota
Para o luso comércio a usada frota.
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==[[Página:Caramuru 1781.djvu/284]]==
<poem>
 
;LXXV
Instrumento talvez neste hemisfério
De recobrar no mundo o antigo império.
</poem>
==[[Página:Caramuru 1781.djvu/285]]==
<poem>
 
;LXXVIII

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