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Em uma certa ilha das Índias Ocidentais havia uma casa e próximo a ela um bosque. Na casa morava um vivisseccionista e nas árvores do bosque um bando de macacos [[[[antropóides]]| comum aos dois géneros]]antropoides. Em um certo dia um dos macacos foi capturado pelo vivisseccionista e colocado numa gaiola do laboratório. Ali ele ficou aterrorizado e profundamente interessado por tudo o que ouvia, conseguindo, depois de pouco tempo de cativeiro, fugir de sua cela (que tinha o número 701), retornando à sua família somente com uma pequena ferida em um dos pés, considerou que havia saidosaído ganhando com a experiência.
 
Assim que voltou ele se autointitulou doutor e começou a perturbar seus vizinhos com a pergunta: Porque os macacos não são progressistas?
: -"Então traremos bebés", concluiu o doutor.
 
Nessa mesma tarde, o doutor regressou ao jardim do vivissectionistavivisseccionista, surripiou uma das suas lâminas através da janela do quarto de vestir e, numa segunda viagem, trouxe um bebé do berçário.
 
Houve uma grande algazarra no cimo das árvores. O macaco com uma orelha, que era um tipo com boa índole, aconchegou o bebé nos seus braços; outro pôs nozes em sua boca, mas ficou zangado por ele não as comer.
Mas ao ouvir isto o macaco de uma só orelha perdeu a cabeça, cuspiu no doutor, e fugiu com o bebé para a copa da árvore mais próxima.
 
: -"Ei!", gritou o macaco de uma só orelha, "faça a vivisecçãovivissecção em você mesmo!"
 
Neste momento todo o bando começou a persegui-lo gritando; e o ruído chamou a atenção do chefe, que estava nas redondezas matando piolhos.
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