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do às portas de Liãpoo, & das nouas q ahy teue do que paffaua no reyno da simon to fol. 73 Cap. 68. Do recebiméto que os Portugue- fes fizeraõ a Antonio de Faria na po- uoação de Liampoo. fol.74 Cap 69 De qmaneyra Antonio de Faria foy leuado à igreja, & do q paffou nella fol.76 atê a Miffa fer acabada. Cap.70. Do baquete que nefte dia fe deu a Antonio de Faria & a feus compa- nheyros.io of yo yo fol. 77 Cap. 71. Como Antonio de Faria fe par- tio de Liampoo em bufca da ilha de Calempluy, quasbabingiber fol.78 Cap.72. Domais q Antonio de Faria paf- fou até chegar ao rio de Patebenão, & da determinação que ahy tomou acer- ca de fua viagem.ofonzoofol.79 Cap.73.Do que Antonio de Faria paffou até chegar à ferra de Gangitanou,& da disforme gente có que ahy falou. f.80 Cap.74 Dos trabalhos que paffamos ne- fta enfeada do Nanquim, & do qaquy nos fez o Similaunum.fol.82 Cap 75. Como chegamos a efta ilha de Calempluy,& da maneyra ordem, fitio, zor& fabrica della. im fol 83 Cap 76.Como Antonio de Faria chegou soa efta ermida, & do que paffou nella. magioso fol.84 or abro.se.q Cap.77. Do mais que Antonio de Faria cpaffou nefta ermida ate fe embarcar. tot lo fol. 85 Cap.78. Como efta primeyra noite fomos 38 fentidos,& porque caufa, & do mais q +fucedeo fobre iflo. supofol.86 Cap.79 Como nos perdemos na enfeada 18 do Nanquim, & do que paffamos def- abpois diffo. ggle sb soo.fol.88 Cap. 8o. Do mais q nos fucedeo defpois Dudefte miferauel naufragio. fol. 88 Cap. 81. Como chegamos a húa aldea on- - de eftaua efta albergaria,& do que nella Sepaffimos. fol.89 Cap. 82. Como nos partimos defte lugar, olde Sileyjacau, & do que nos aconteceo defpois de partidos delle. fol.91 Cap.83. Como chegamos a húa quintá de hum homem fidalgo que eftaua muyto doente, & do que paffamos com elle. - lininp fol.92 Cap. 84. Como daquy fomos ter a villa de Taypor,& de como ahy nos acon- teceo fermos prefos. in fol.93 Cap 85. Como defte lugar de Taypor fo- mos leuados á cidade do Nanquim, & - do que nella paffamos.fal. 94 Cap.86.Da caridade com que nefta pri- fao fomos curados, & do mais que def- pois paffamos. fol.95 Cap. 87.Como fomos remetidos por ap- pellaçao à cidade do Pequim. fol. 9.6 Cap.88. Como daquy partimos para a cidade do Pequim,& das grandezas da cidade do Nanquimos oisy fol.97 Cap. 89. Do que mais vimos & paffa- 20mos até chegarmos à cidade de Pocal fer, & da grandeza de hum pagode quo ha nella. zo to hellet supfol.98 Cap. 90. Do que achamos por efte rio acima até chegarmos a húa villa cha- mada Iunquileu, & do q nella vimos, -& noutro lugar adiante della. fol. 100 bona isoilding ton ee Cap.91. Tauoada. Cap. 91. Como chegamos a húa cidade q fe dezia Sampitay, & do que paffamos com húa molher Chriftam que acha- mos nella. pob sabime fol, 102 Cap.92. Donde teue principio a origem & fundamento defte imperio Chim, & donde procederao os primeyros qo pouoarao. 28161 fol.103 Cap. 93. Do que mais paffou nefte nego- cio defpois de o jejum fer acabado, & do fucceffo que teue. do fol.104 Cap. 94. Quais forao os fundadores das primeyras quatro cidades da China, & 8 dafe conta de algúas grandezas da cida zi de do Pequim.zon paismo fol 105 Cap. 95 Qual foy o Rey da China que fez o muró que diuide os dous impe- rios da China & da Tattaria, & da pri- faŏ aneixa a elles. fol.106 Cap. 96. De algúas outras coufas que vi- mos arè chegarmos a hum lugar onde eftaua húa Cruz, & da razão porque tella aly eftaua pofta domefol.108 Cap.97. Do que vimos defpois que fay- mos de húa cidade que fe dezia lun- quinilau. fol.110 Cap. 98. De outras muytas diuerfidades de coufas que vimos, & da ordem que fe tem nas cidades mouediças que fe fazem nos rios em embarcaçoens. fol.111 bust.com Cap. 99. Das mais coufas que vimos ne- fa cidade, & de outras algúas que ha na China em outras partes. dolfol.113. Cap.too. Como chegamos à cidade do Pequim,& da prilao em que nos mete- rao, & do que nella paffamos. fol.115) Cap. 101. Do que mais paffou nefte nof fo negocio até o feyto yr coclufo fobre final.mi ism sup 60 fol.116 Cap. 102. Do que nos refponderaŏ eftes procuradores dos pobres, pedindolhe & nos que fallaffem por nos ao Chaem oque tinha em fua mão o noffo feito pa. 6 fol. 117 Cap. 103. Como nos leuaraõ daquy â cafa da judicatura do crime a ouuir- mos publicar a noffa fentença, & do -ra o fentencear.on P apparato & mageftade com que os of- ficiais eftão nefta cafa, & das cerimo- nias que fe guardaonella. fol.118 Cap. 104. Do que paffamos cos Tanigo- res da irmandade, & do que elles fize- rão pornos. fol. 111 Cap. 105. De algua pequena informação defta cidade do Pequim onde o Rey da 8 China refide de affento. fol.122 Cap.106. Do regimento que fe tem no dar dos banquetes nas eftalagens notaucis, & do eftado que traz o Chaem dos trinta & dous eftudos. fol.123 Cap. 107. De algúas coufas particulares notaucis que ha na cidade do Pequim. sotolis fol.125llob sasloup toget Cap. 108. Da prifaõ do Xinanguibaleu on de eftão fempre os degradados para o feruiço do muro de Tartaria. fol.126 Cap. 109. De outra cerca que vimos ne- fta cidade por nome tifouro dos mor- tos,de cujo rendimento fe fuftenta efta prifao, & de muytas coufas noraucis q ha nella.odisha fol 128 Cap.110. Do terceyro edificio q aquy vi- mos por nome Nacapirau. fol.129 Ca. 111. Do quarto edificio fituado no me yo do rio, onde eftão as cento & treze capellas dos Reys da China. fol.131 Cap.112. Do prouimento que fe tem com todos os aleijados & gente defempa- bedfol,132 Cap. 113. Damaneyra q fe tem para auer em todo o reino celeiros para os pobres rada. & qual foy o Rey qifto ordenou. f. 133 Cap. 114. Do numero da gente que viue nas cafas del Rey da China,& dos no- mes das dignidades fupremas q gouer- não o reyno,& das tres principais feitas que ha nelles.h on y fol.134 Cap.115.Como fomos leuados para Quá- fy a coprirmos poffo degredo,& da de- fauentura que ahy tiuemos pouco tépo defpois que chegamos.fol.135 Cap.116. Como a cafo achey nefta cida- de hum Portuguez, & do que com com elle paffamos.miupne of the fol. 136 Cap. 117. Como hum capitão Tartaro entrou com gente nefta cidade de Quanty, Tauoada. fol.138 Quanfy, & do que nella fez. Cap 118. Do aflalto que o Nauticor de Lançame deu ao caftello de Nixiam-
fuccedeo dahy por diante. fol.139 Cap. 119. Do ardil que Iorge Mendez fe tomar o caftello, & do af- sbefalto que fe lhe deu, & do fuceflo delle. deu para olta fol. 140. Cap. 120. Do caminho que o Mitaquer - fez defte caftello de Nixiamcoo, até chegar ao arrayal que el Rey dos Tar- Te taros tinha fobre a cidade do Pequim. 20miz ou fol.142101 Cap.121. Da maneyra que o Mitaquer nos leuou para nos aprefentara el Rey, & do que vimos & paffamos antes de fol. 143 chegarmos a velo. Cap. 122. Do mais que vimos atê che- garmos onde el Rey dos Tartaros efta- ua,& do que paffamos com elle. f.145. Cap. 123. Como efte Rey Tartaro le- uantou o cerco que tinha pofto a ci- dade do Pequim, & fe foy para fua terra, & do fez até chegar a ella. que fol.146 os volle rob fol. 149. Cap.124. Como efte Rey Tartaro fe paf- fou defta cidade de Lançame para a de Tuymicão, onde foy vifitado de muytos principes peffoalmente, & de outros por feus embaixadores. fol.148 Cap.125. Como fomos leuados outra vez diante defte Rey Tartaro, & do que co elle paffamos. Cap. 126. Do caminho que fizemos de- fta cidade de Tuymicão até chegar- 20mos ao terreyro das caueyras dos mor- fol. 150 Cap. 127. Do caminho que fizemos atè chegarmos a cidade do Quanginau, & fol 151 do que nella vimos. Cap.128. Do caminho que fizemos defta cidade de Quanginau, atè a cidade de Xolor,& do que nella vimos. fol.152 Cap. 129. Do que paffamos defpois que tos. hoa tois partimos defta cidade de Xolor atè q chegamos onde eftaua el Rey da Cau- chenchina. fol. 154 を Cap.130. Do recebimento. que el Rey da Cauchenchina fez ao Embaixador da Tartaria na villa de Fanaugrem. fol.154 is Cap. 131. Como el Rey fe paffou de Fa- naugrem para a cidade de Huzanguce, & do triumpho com que nella entrou. fol.156 do em q Cap. 132. Como nos partimos défta ci- dade de Huzanguce, & do que nos a- -conteceo até chegarmos à ilha de Ta- b nixumaa, que he a primeyra terra do lapão. and 900 fol.157 sop, isbney Cap. 133. Como defembarcamos neftai- lha de Tanixumaa,& do que paffamos co fenhor della. supofol.158 Cap. 134. Da honra que o Nautaquim fez a hum dos noffos pelo ver tirar.com húa efpingarda, & do que ahy fucce- deo. fol.159 Cap. 135. Como efte Nautaquim me mandou moftrar ao Rey de Bungo, & do que vy & paffey ate chegar onde elle eftaua. em. fol.160 Cap. 136. De hum defaftre nefta ci- que dade aconteceo a hum filho del Rey, & do perigo em por iffo me vi. fol.162 Cap. 157. Do mais que paffey no nego- cio defte moço, & como me embar- quey para Tanixumaa,& dahy para Lia poo,& do que me aconteceo defpois q ahy cheguey. up a fol.164 Cap. 138. Do que paffamos effes que efca- pamos defte naufragio defpois que fo- fol. 166 Cap. 139. Como fomos leuados a cidade de Pongor, & aprefentados ao Bro- quem da juftiça Gouernador do reyno. fol.166 amos em terra. Cap.140. Das preguntas que nos fizerão, & do que a ellas refpodemos,& do mais que então fucedeo. fol. 168 Cap.141.Como el Rey mandou efta fenté- ça ao Broquem da cidade onde eftaua- mos prefos,paraq a executaffe, & do q niffo fuccedeo. fol. 169 Cap, 142 Como efta donzella deu a carta à Raynha mãy del Rey, & da repofta q trouxe della. QQ2 fol. 170 Cap.143. Tauoada. Cap.143. Do que mais paffamos atè che- garmos a Liampoo, & da informação defta ilha Lequia. fol. 172 Cap. 144. Como de Liampoo me party para Malaca, donde o capitao da forta- leça me mandou a Martauão ao Chau- cobainhaa. sup moodqui fol. 173 Cap.145. Como chegamos a húa ilha que fe dezia Pullo Hinhor,& do que o Rey della ahy paffou comigo. fol. 175 Cap.146. Do que fucedeo aos noflos con- tra os enemigos defte Reyzinho,& de húa grande vitoria que hús Portugue- fes ouuerao nefta cofta contra hum ca- fol. 176 pitao Turco. Cap.147. Do que mais paffey atê chegar á barra de Martauão. fol. 178 Cap.148 Dealguas coufas particulares q aquy em Martauão fuccederaó. f.179 Cap.149 Da determinação que tomou o om Chaubainhaa defpois que entendeo q nao podia fer focorrido dos Portugue- ſes. fol.181 Cap.150. De maneyra o Chaubainhaa fe entregou a el Rey do Bramaa, & da grande afronta que os Portuguefes aly fol.183 paffarao.mloop day Cap. 151. Como a cidade de Martauão foy faqueada & deftruyda, & da ordem có que leuaraó a padecer a Raynha & ou- tras muytas molheres. fol.185 Cap.152. De que maneyra fe executou a juftiça nas cento & quarenta padecen- tes, no Chaubainhaa, na Nhay Cana- too,& nos feus quatro filhinhos. f.186 Cap.153.Da defauentura que me aconte- ceo em Martauao,& do que o Rey Bra- omaa fez defpois que chegou a Peguu. fol.187 Cap.154. Do que paffou entre a Raynha do Prom, & o Rey Bramaa, & do pri- meyro affalto que fe deu à cidade & o fucceffo delle.apmo fol. 189 Cap.155. Do mais que fucedeo nefte cer- co,& dos crueys caftigos que efte tyra. no fez nos que tomou catiuos. f.191 Cap. 156. Como o Rey do Bramaa foy fo- bre a cidade de Meleytay onde eftaua o principe do Auaa com trinta mil ho- més,&do fuccedeo nefta yda. f 192 Cap.157. Do que fucedeo a efte Rey Bra- maa até chegar à cidade do Auaa, & do fol.193 que ahy mais fez. Cap.158. Do caminho que fizemos ate chegatmos ao pagode de Tinagoogoo. -faŏ fol.1940 is ob Cap.159. Do fitio & fabrica defte pagode de Tinagoogoo,& do grande concurfo de gente que a elle vem. fol. 195 Cap. 160.Da grande & fumptuofa procif- que fe faz nefte pagode, & dos fa- f.197 crificios que fe fazem nella. Cap. 161. De huns penitentes que vimos encima na ferra defte pagode, & da vida que fazem. zono fol. 198 Cap. 162 Do que mais paffamos & vimos antes de chegar à cidade de Timpião. fol.201 10 Cap.163. De que maneyra efte Embaixa- dor do Rey do Bramaa foy recebido no dia de fua entrada, & da grande mage- ftade & apparato das cafas do Calami- nhan, ch fol. 203 Cap. 164. De que maneyra efte Embaixa- dor fallou ao Calaminhan, da refpofta que lhe deu, & como nefta cidade fe pregou antiguamente a ley Euange- oblica.iy yo shaofol. 206 Cap. 165. Em que fe dâ larga informação defte imperio do Calaminhan. & algúa do reyno de Peguu, & dos Bramaas. Befol. 2080 101 Cap. 166. Do caminho que fizemos arè a cidade de Pauel, & da diuerfidade de gentes & naçoens que nella vimos. to fol. 210 chilo d Cap 167. Do mais caminho fizemos atè chegarmos a Pegù onde eftaua o Rey do Bramaa, & da morte do Roo- lim de Mounay. bifol. 212 Cap. 168. De que maneyra foy eleyto o no que uo Roolim de Mounay fummo Tala- grepo defta gentilidade do Reyno de Pegú. fol. 214 Cap. 169. Da maneyra que efte Roolim foy leuado á ilha de Mounay, & meti- do nella de poffe do feu fupremo fanti-
fol. 217 Cap.170 0 Tanoada. P Cap.170 Do que efte Rey Bramaa fez defpois que cgegou a cidade de Pegù, & como mandou fobre a cidade Saua- dy, & do que ahy nos aconteceo aos no fol. 218 ue Portuguefes. Cap.171. Do que mais paffamós nefte ca- minho, & do fucceffo que tiuemos nelle oiv sup sibi fol: 220 Cap.172. Como da India me fuy para a C,unda, & do que la paffeu num in- uerno que ahy eftiue. fol.221 Cap. 173. Como o Pangueyrao de Pate Emperador da laoa foy com groffo e- xercito contra o Rey de Paffaruão, & do fe fez defpois que la chegou. que fol.22210 cool th Cap. 174 Como da cidade fayrao doze millamoucos, & do que fizerao contra lol fol. 223 os enemigos. Cap.175. Como o Rey de Paffaruão com dez mil conjurados fahio fora contra os enemigos,da peleja que teue com el- les, & do fucceffo della fol. 224 Cap.176. Como a cafo fe tomou aquy hu Pottuguez Gentio, & da conta que nos fol.225 elle deu de fy. Cap. 177. Como el Rey de Demaa foy morto por hum eftranho cafo, & do que fuccedeo defpois de fua morte. fol 226. Cap. 178. Do que mais fucedeo atè efte exercito fer embarcado, & de húa gran de difcordia que em Demaa ouue en- tre dous homés principais da cidade, & do defauenturado fucceffo que teue. sup fol. 227 fol.227 Cap.179. De tudo o mais que fucedeo até nos partimos para o porto da C, un- da,& dahy para a China, & da defaué- tura que nefta viagem tiuemos. f.228 Cap.180. Do que nos fucedeo defpois q nos partimos defta reftinga. fol.230 Cap. 181. Como defte porto de C,unda fuy ter a Sião, donde em companhia de outres Portuguefes fuy com el Rey àguerra do Chiammay,& do fucceffo della.colyage Cap.182. Do mais que efte Rey de Sião fez atè fe tornar para o feu reyno, on- fol. 231 de a Raynha fua molher o matou com peçonha. bisan migimbed fol. 233 Cap.183. Da trifte morté defte Rey de Sião, & de alguas coufas illuftres quo elle fez em fua vida. his fol.234 Cap 184 Como o corpo del Rey foy quei mado, & à cinza leuada a hum pagode,) & de outras nouidades que fuccederaō fol 236 no reyno. Cap.185. Como o Rey do Bramaa empré- deo tomar eftereyno de Siao, & do que paffou até chegar à cidade de Odiaa. 174 fol.238 Cap.186. Como el Rey do Bramaa deu o 8 primeyro affalto a efta cidade Odiaa, & do fucceffo delle. mudab fol. 239. Cap. 197. Como fe deu o derradeyro af- falto & o fucceffo delle. o. fol. 241) Cap.188. Como o Rey Bramaa aleuantou efte cerco por nouas que lhe vierao de hum aleuantamento que ouuera no reyno de Pegun, & do que fobre iffo fez. ad up ob 8.fol. 242 Cap.189. Da muyta fertilidade do reyno de Sião, & de outras particularidades fol.243 delle. Cap.190. Do que mais fucedeo no reyno de Pegu até a morte do Rey do Bra- maa & defpois della. fol. 244 Cap.191. Do que fucedeo no tempo de- fte Rey Xemim de C,atao, & de hum 3 cafo abominauel que aconteceo a Dio fol. 246 go Soarez. Cap.192. Do mais que paffou nefte cafo fol.248 de Diogo Soarez. Cap.193. Como o Xemindoo veyo fobre o Xemim de C,atao & o que dahy fuc- cedeo. ofol. 249 Cap. 194. Do q fez o Xemindbo defpois de fer coroado por Rey de Peguu, & como o Chaumigrem colaço do Rey do Bramaa veyo fobre elle com hum grande exercito & do fuceffo que teue. fol. 250 Cap.195. De hum groffo motim que ouue no campo defte nouo Rey Bramaa, & da caufa porque fe leuantou, & do fuc- ceffo delle. Sfol.252 Cap.196. Da fentença que derao os feys juizes Página:Peregrinaçam.pdf/622 Página:Peregrinaçam.pdf/623 |