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Galeria:Peregrinaçam.pdf

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Título Peregrinaçam
Autor Fernão Mendes Pinto
Local Lisboa
Gráfica ou tipografia Pedro Crasbeeck
Ano 1614
Fonte Digitalização dos originais
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Folha de rosto Licenças Dedicatória Ao leitor 1r 1v 2r 2v 3r 3v 4r 4v 5r 5v 6r 6v 7r 7v 8r 8v 9r 9v 10r 10v 11r 11v 12r 12v 13r 13v 14r 14v 15r 15v 16r 16v 17r 17v 18r 18v 19r 19v 20r 20v 21r 21v 22r 22v 23r 23v 24r 24v 25r 25v 26r 26v 27r 27v 28r 28v 29r 29v 30r 30v 31r 31v 32r 32v 33r 33v 34r 34v 35r 35v 36r 36v 37r 37v 38r 38v 39r 39v 40r 40v 41r 41v 42r 42v 43r 43v 44r 44v 45r 45v 46r 46v 47r 47v 48r 48v 49r 49v 50r 50v 51r 51v 52r 52v 53r 53v 54r 54v 55r 55v 56r 56v 57r 57v 58r 58v 59r 59v 60r 60v 61r 61v 62r 62v 63r 63v 64r 64v 65r 65v 66r 66v 67r 67v 68r 68v 69r 69v 70r 70v 71r 71v 72r 72v 73r 73v 74r 74v 75r 75v 76r 76v 77r 77v 78r 78v 79r 79v 80r 80v 81r 81v 82r 82v 83r 83v 84r 84v 85r 85v 86r 86v 87r 87v 88r 88v 89r 89v 90r 90v 91r 91v 92r 92v 93r 93v 94r 94v 95r 95v 96r 96v 97r 97v 98r 98v 99r 99v 100r 100v 101r 101v 102r 102v 103r 103v 104r 104v 105r 105v 106r 106v 107r 107v 108r 108v 109r 109v 110r 110v 111r 111v 112r 112v 113r 113v 114r 114v 115r 115v 116r 116v 117r 117v 118r 118v 119r 119v 120r 120v 121r 121v 122r 122v 123r 123v 124r 124v 125r 125v 126r 126v 127r 127v 128r 128v 129r 129v 130r 130v 131r 131v 132r 132v 133r 133v 134r 134v 135r 135v 136r 136v 137r 137v 138r 138v 139r 139v 140r 140v 141r 141v 142r 142v 143r 143v 144r 144v 145r 145v 146r 146v 147r 147v 148r 148v 149r 149v 150r 150v 151r 151v 152r 152v 153r 153v 154r 154v 155r 155v 156r 156v 157r 157v 158r 158v 159r 159v 160r 160v 161r 161v 162r 162v 163r 163v 164r 164v 165r 165v 166r 166v 167r 167v 168r 168v 169r 169v 170r 170v 171r 171v 172r 172v 173r 173v 174r 174v 175r 175v 176r 176v 177r 177v 178r 178v 179r 179v 180r 180v 181r 181v 182r 182v 183r 183v 184r 184v 185r 185v 186r 186v 187r 187v 188r 188v 189r 189v 190r 190v 191r 191v 192r 192v 193r 193v 194r 194v 195r 195v 196r 196v 197r 197v 198r 198v 199r 199v 200r 200v 201r 201v 202r 202v 203r 203v 204r 204v 205r 205v 206r 206v 207r 207v 208r 208v 209r 209v 210r 210v 211r 211v 212r 212v 213r 213v 214r 214v 215r 215v 216r 216v 217r 217v 218r 218v 219r 219v 220r 220v 221r 221v 222r 222v 223r 223v 224r 224v 225r 225v 226r 226v 227r 227v 228r 228v 229r 229v 230r 230v 231r 231v 232r 232v 233r 233v 234r 234v 235r 235v 236r 236v 237r 237v 238r 238v 239r 239v 240r 240v 241r 241v 242r 242v 243r 243v 244r 244v 245r 245v 246r 246v 247r 247v 248r 248v 249r 249v 250r 250v 251r 251v 252r 252v 253r 253v 254r 254v 255r 255v 256r 256v 257r 257v 258r 258v 259r 259v 260r 260v 261r 261v 262r 262v 263r 263v 264r 264v 265r 265v 266r 266v 267r 267v 268r 268v 269r 269v 270r 270v 271r 271v 272r 272v 273r 273v 274r 274v 275r 275v 276r 276v 277r 277v 278r 278v 279r 279v 280r 280v 281r 281v 282r 282v 283r 283v 284r 284v 285r 285v 286r 286v 287r 287v 288r 288v 289r 289v 290r 290v 291r 291v 292r 292v 293r 293v 294r 294v 295r 295v 296r 296v 297r 297v 298r 298v 299r 299v 300r 300v 301r 301v 302r 302v 303r Colofão índice índice índice índice índice índice índice índice índice - - - - -
Notas
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do às portas de Liãpoo, & das nouas q ahy teue do que paffaua no reyno da simon to fol. 73 Cap. 68. Do recebiméto que os Portugue- fes fizeraõ a Antonio de Faria na po- uoação de Liampoo. fol.74 Cap 69 De qmaneyra Antonio de Faria foy leuado à igreja, & do q paffou nella fol.76 atê a Miffa fer acabada. Cap.70. Do baquete que nefte dia fe deu a Antonio de Faria & a feus compa- nheyros.io of yo yo fol. 77 Cap. 71. Como Antonio de Faria fe par- tio de Liampoo em bufca da ilha de Calempluy, quasbabingiber fol.78 Cap.72. Domais q Antonio de Faria paf- fou até chegar ao rio de Patebenão, & da determinação que ahy tomou acer- ca de fua viagem.ofonzoofol.79 Cap.73.Do que Antonio de Faria paffou até chegar à ferra de Gangitanou,& da disforme gente có que ahy falou. f.80 Cap.74 Dos trabalhos que paffamos ne- fta enfeada do Nanquim, & do qaquy nos fez o Similaunum.fol.82 Cap 75. Como chegamos a efta ilha de Calempluy,& da maneyra ordem, fitio, zor& fabrica della. im fol 83 Cap 76.Como Antonio de Faria chegou soa efta ermida, & do que paffou nella. magioso fol.84 or abro.se.q Cap.77. Do mais que Antonio de Faria cpaffou nefta ermida ate fe embarcar. tot lo fol. 85 Cap.78. Como efta primeyra noite fomos 38 fentidos,& porque caufa, & do mais q +fucedeo fobre iflo. supofol.86 Cap.79 Como nos perdemos na enfeada 18 do Nanquim, & do que paffamos def- abpois diffo. ggle sb soo.fol.88 Cap. 8o. Do mais q nos fucedeo defpois Dudefte miferauel naufragio. fol. 88 Cap. 81. Como chegamos a húa aldea on- - de eftaua efta albergaria,& do que nella Sepaffimos. fol.89 Cap. 82. Como nos partimos defte lugar, olde Sileyjacau, & do que nos aconteceo defpois de partidos delle. fol.91 Cap.83. Como chegamos a húa quintá de hum homem fidalgo que eftaua muyto doente, & do que paffamos com elle. - lininp fol.92 Cap. 84. Como daquy fomos ter a villa de Taypor,& de como ahy nos acon- teceo fermos prefos. in fol.93 Cap 85. Como defte lugar de Taypor fo- mos leuados á cidade do Nanquim, & - do que nella paffamos.fal. 94 Cap.86.Da caridade com que nefta pri- fao fomos curados, & do mais que def- pois paffamos. fol.95 Cap. 87.Como fomos remetidos por ap- pellaçao à cidade do Pequim. fol. 9.6 Cap.88. Como daquy partimos para a cidade do Pequim,& das grandezas da cidade do Nanquimos oisy fol.97 Cap. 89. Do que mais vimos & paffa- 20mos até chegarmos à cidade de Pocal fer, & da grandeza de hum pagode quo ha nella. zo to hellet supfol.98 Cap. 90. Do que achamos por efte rio acima até chegarmos a húa villa cha- mada Iunquileu, & do q nella vimos, -& noutro lugar adiante della. fol. 100 bona isoilding ton ee Cap.91. Tauoada. Cap. 91. Como chegamos a húa cidade q fe dezia Sampitay, & do que paffamos com húa molher Chriftam que acha- mos nella. pob sabime fol, 102 Cap.92. Donde teue principio a origem & fundamento defte imperio Chim, & donde procederao os primeyros qo pouoarao. 28161 fol.103 Cap. 93. Do que mais paffou nefte nego- cio defpois de o jejum fer acabado, & do fucceffo que teue. do fol.104 Cap. 94. Quais forao os fundadores das primeyras quatro cidades da China, & 8 dafe conta de algúas grandezas da cida zi de do Pequim.zon paismo fol 105 Cap. 95 Qual foy o Rey da China que fez o muró que diuide os dous impe- rios da China & da Tattaria, & da pri- faŏ aneixa a elles. fol.106 Cap. 96. De algúas outras coufas que vi- mos arè chegarmos a hum lugar onde eftaua húa Cruz, & da razão porque tella aly eftaua pofta domefol.108 Cap.97. Do que vimos defpois que fay- mos de húa cidade que fe dezia lun- quinilau. fol.110 Cap. 98. De outras muytas diuerfidades de coufas que vimos, & da ordem que fe tem nas cidades mouediças que fe fazem nos rios em embarcaçoens. fol.111 bust.com Cap. 99. Das mais coufas que vimos ne- fa cidade, & de outras algúas que ha na China em outras partes. dolfol.113. Cap.too. Como chegamos à cidade do Pequim,& da prilao em que nos mete- rao, & do que nella paffamos. fol.115) Cap. 101. Do que mais paffou nefte nof fo negocio até o feyto yr coclufo fobre final.mi ism sup 60 fol.116 Cap. 102. Do que nos refponderaŏ eftes procuradores dos pobres, pedindolhe & nos que fallaffem por nos ao Chaem oque tinha em fua mão o noffo feito pa. 6 fol. 117 Cap. 103. Como nos leuaraõ daquy â cafa da judicatura do crime a ouuir- mos publicar a noffa fentença, & do -ra o fentencear.on P apparato & mageftade com que os of- ficiais eftão nefta cafa, & das cerimo- nias que fe guardaonella. fol.118 Cap. 104. Do que paffamos cos Tanigo- res da irmandade, & do que elles fize- rão pornos. fol. 111 Cap. 105. De algua pequena informação defta cidade do Pequim onde o Rey da 8 China refide de affento. fol.122 Cap.106. Do regimento que fe tem no dar dos banquetes nas eftalagens notaucis, & do eftado que traz o Chaem dos trinta & dous eftudos. fol.123 Cap. 107. De algúas coufas particulares notaucis que ha na cidade do Pequim. sotolis fol.125llob sasloup toget Cap. 108. Da prifaõ do Xinanguibaleu on de eftão fempre os degradados para o feruiço do muro de Tartaria. fol.126 Cap. 109. De outra cerca que vimos ne- fta cidade por nome tifouro dos mor- tos,de cujo rendimento fe fuftenta efta prifao, & de muytas coufas noraucis q ha nella.odisha fol 128 Cap.110. Do terceyro edificio q aquy vi- mos por nome Nacapirau. fol.129 Ca. 111. Do quarto edificio fituado no me yo do rio, onde eftão as cento & treze capellas dos Reys da China. fol.131 Cap.112. Do prouimento que fe tem com todos os aleijados & gente defempa- bedfol,132 Cap. 113. Damaneyra q fe tem para auer em todo o reino celeiros para os pobres rada. & qual foy o Rey qifto ordenou. f. 133 Cap. 114. Do numero da gente que viue nas cafas del Rey da China,& dos no- mes das dignidades fupremas q gouer- não o reyno,& das tres principais feitas que ha nelles.h on y fol.134 Cap.115.Como fomos leuados para Quá- fy a coprirmos poffo degredo,& da de- fauentura que ahy tiuemos pouco tépo defpois que chegamos.fol.135 Cap.116. Como a cafo achey nefta cida- de hum Portuguez, & do que com com elle paffamos.miupne of the fol. 136 Cap. 117. Como hum capitão Tartaro entrou com gente nefta cidade de Quanty, Tauoada. fol.138 Quanfy, & do que nella fez. Cap 118. Do aflalto que o Nauticor de Lançame deu ao caftello de Nixiam-

  • coo, do fuceffo que teue, & do mais que

fuccedeo dahy por diante. fol.139 Cap. 119. Do ardil que Iorge Mendez fe tomar o caftello, & do af- sbefalto que fe lhe deu, & do fuceflo delle. deu para olta fol. 140. Cap. 120. Do caminho que o Mitaquer - fez defte caftello de Nixiamcoo, até chegar ao arrayal que el Rey dos Tar- Te taros tinha fobre a cidade do Pequim. 20miz ou fol.142101 Cap.121. Da maneyra que o Mitaquer nos leuou para nos aprefentara el Rey, & do que vimos & paffamos antes de fol. 143 chegarmos a velo. Cap. 122. Do mais que vimos atê che- garmos onde el Rey dos Tartaros efta- ua,& do que paffamos com elle. f.145. Cap. 123. Como efte Rey Tartaro le- uantou o cerco que tinha pofto a ci- dade do Pequim, & fe foy para fua terra, & do fez até chegar a ella. que fol.146 os volle rob fol. 149. Cap.124. Como efte Rey Tartaro fe paf- fou defta cidade de Lançame para a de Tuymicão, onde foy vifitado de muytos principes peffoalmente, & de outros por feus embaixadores. fol.148 Cap.125. Como fomos leuados outra vez diante defte Rey Tartaro, & do que co elle paffamos. Cap. 126. Do caminho que fizemos de- fta cidade de Tuymicão até chegar- 20mos ao terreyro das caueyras dos mor- fol. 150 Cap. 127. Do caminho que fizemos atè chegarmos a cidade do Quanginau, & fol 151 do que nella vimos. Cap.128. Do caminho que fizemos defta cidade de Quanginau, atè a cidade de Xolor,& do que nella vimos. fol.152 Cap. 129. Do que paffamos defpois que tos. hoa tois partimos defta cidade de Xolor atè q chegamos onde eftaua el Rey da Cau- chenchina. fol. 154 を Cap.130. Do recebimento. que el Rey da Cauchenchina fez ao Embaixador da Tartaria na villa de Fanaugrem. fol.154 is Cap. 131. Como el Rey fe paffou de Fa- naugrem para a cidade de Huzanguce, & do triumpho com que nella entrou. fol.156 do em q Cap. 132. Como nos partimos défta ci- dade de Huzanguce, & do que nos a- -conteceo até chegarmos à ilha de Ta- b nixumaa, que he a primeyra terra do lapão. and 900 fol.157 sop, isbney Cap. 133. Como defembarcamos neftai- lha de Tanixumaa,& do que paffamos co fenhor della. supofol.158 Cap. 134. Da honra que o Nautaquim fez a hum dos noffos pelo ver tirar.com húa efpingarda, & do que ahy fucce- deo. fol.159 Cap. 135. Como efte Nautaquim me mandou moftrar ao Rey de Bungo, & do que vy & paffey ate chegar onde elle eftaua. em. fol.160 Cap. 136. De hum defaftre nefta ci- que dade aconteceo a hum filho del Rey, & do perigo em por iffo me vi. fol.162 Cap. 157. Do mais que paffey no nego- cio defte moço, & como me embar- quey para Tanixumaa,& dahy para Lia poo,& do que me aconteceo defpois q ahy cheguey. up a fol.164 Cap. 138. Do que paffamos effes que efca- pamos defte naufragio defpois que fo- fol. 166 Cap. 139. Como fomos leuados a cidade de Pongor, & aprefentados ao Bro- quem da juftiça Gouernador do reyno. fol.166 amos em terra. Cap.140. Das preguntas que nos fizerão, & do que a ellas refpodemos,& do mais que então fucedeo. fol. 168 Cap.141.Como el Rey mandou efta fenté- ça ao Broquem da cidade onde eftaua- mos prefos,paraq a executaffe, & do q niffo fuccedeo. fol. 169 Cap, 142 Como efta donzella deu a carta à Raynha mãy del Rey, & da repofta q trouxe della. QQ2 fol. 170 Cap.143. Tauoada. Cap.143. Do que mais paffamos atè che- garmos a Liampoo, & da informação defta ilha Lequia. fol. 172 Cap. 144. Como de Liampoo me party para Malaca, donde o capitao da forta- leça me mandou a Martauão ao Chau- cobainhaa. sup moodqui fol. 173 Cap.145. Como chegamos a húa ilha que fe dezia Pullo Hinhor,& do que o Rey della ahy paffou comigo. fol. 175 Cap.146. Do que fucedeo aos noflos con- tra os enemigos defte Reyzinho,& de húa grande vitoria que hús Portugue- fes ouuerao nefta cofta contra hum ca- fol. 176 pitao Turco. Cap.147. Do que mais paffey atê chegar á barra de Martauão. fol. 178 Cap.148 Dealguas coufas particulares q aquy em Martauão fuccederaó. f.179 Cap.149 Da determinação que tomou o om Chaubainhaa defpois que entendeo q nao podia fer focorrido dos Portugue- ſes. fol.181 Cap.150. De maneyra o Chaubainhaa fe entregou a el Rey do Bramaa, & da grande afronta que os Portuguefes aly fol.183 paffarao.mloop day Cap. 151. Como a cidade de Martauão foy faqueada & deftruyda, & da ordem có que leuaraó a padecer a Raynha & ou- tras muytas molheres. fol.185 Cap.152. De que maneyra fe executou a juftiça nas cento & quarenta padecen- tes, no Chaubainhaa, na Nhay Cana- too,& nos feus quatro filhinhos. f.186 Cap.153.Da defauentura que me aconte- ceo em Martauao,& do que o Rey Bra- omaa fez defpois que chegou a Peguu. fol.187 Cap.154. Do que paffou entre a Raynha do Prom, & o Rey Bramaa, & do pri- meyro affalto que fe deu à cidade & o fucceffo delle.apmo fol. 189 Cap.155. Do mais que fucedeo nefte cer- co,& dos crueys caftigos que efte tyra. no fez nos que tomou catiuos. f.191 Cap. 156. Como o Rey do Bramaa foy fo- bre a cidade de Meleytay onde eftaua o principe do Auaa com trinta mil ho- més,&do fuccedeo nefta yda. f 192 Cap.157. Do que fucedeo a efte Rey Bra- maa até chegar à cidade do Auaa, & do fol.193 que ahy mais fez. Cap.158. Do caminho que fizemos ate chegatmos ao pagode de Tinagoogoo. -faŏ fol.1940 is ob Cap.159. Do fitio & fabrica defte pagode de Tinagoogoo,& do grande concurfo de gente que a elle vem. fol. 195 Cap. 160.Da grande & fumptuofa procif- que fe faz nefte pagode, & dos fa- f.197 crificios que fe fazem nella. Cap. 161. De huns penitentes que vimos encima na ferra defte pagode, & da vida que fazem. zono fol. 198 Cap. 162 Do que mais paffamos & vimos antes de chegar à cidade de Timpião. fol.201 10 Cap.163. De que maneyra efte Embaixa- dor do Rey do Bramaa foy recebido no dia de fua entrada, & da grande mage- ftade & apparato das cafas do Calami- nhan, ch fol. 203 Cap. 164. De que maneyra efte Embaixa- dor fallou ao Calaminhan, da refpofta que lhe deu, & como nefta cidade fe pregou antiguamente a ley Euange- oblica.iy yo shaofol. 206 Cap. 165. Em que fe dâ larga informação defte imperio do Calaminhan. & algúa do reyno de Peguu, & dos Bramaas. Befol. 2080 101 Cap. 166. Do caminho que fizemos arè a cidade de Pauel, & da diuerfidade de gentes & naçoens que nella vimos. to fol. 210 chilo d Cap 167. Do mais caminho fizemos atè chegarmos a Pegù onde eftaua o Rey do Bramaa, & da morte do Roo- lim de Mounay. bifol. 212 Cap. 168. De que maneyra foy eleyto o no que uo Roolim de Mounay fummo Tala- grepo defta gentilidade do Reyno de Pegú. fol. 214 Cap. 169. Da maneyra que efte Roolim foy leuado á ilha de Mounay, & meti- do nella de poffe do feu fupremo fanti-

  • ficado.

fol. 217 Cap.170 0 Tanoada. P Cap.170 Do que efte Rey Bramaa fez defpois que cgegou a cidade de Pegù, & como mandou fobre a cidade Saua- dy, & do que ahy nos aconteceo aos no fol. 218 ue Portuguefes. Cap.171. Do que mais paffamós nefte ca- minho, & do fucceffo que tiuemos nelle oiv sup sibi fol: 220 Cap.172. Como da India me fuy para a C,unda, & do que la paffeu num in- uerno que ahy eftiue. fol.221 Cap. 173. Como o Pangueyrao de Pate Emperador da laoa foy com groffo e- xercito contra o Rey de Paffaruão, & do fe fez defpois que la chegou. que fol.22210 cool th Cap. 174 Como da cidade fayrao doze millamoucos, & do que fizerao contra lol fol. 223 os enemigos. Cap.175. Como o Rey de Paffaruão com dez mil conjurados fahio fora contra os enemigos,da peleja que teue com el- les, & do fucceffo della fol. 224 Cap.176. Como a cafo fe tomou aquy hu Pottuguez Gentio, & da conta que nos fol.225 elle deu de fy. Cap. 177. Como el Rey de Demaa foy morto por hum eftranho cafo, & do que fuccedeo defpois de fua morte. fol 226. Cap. 178. Do que mais fucedeo atè efte exercito fer embarcado, & de húa gran de difcordia que em Demaa ouue en- tre dous homés principais da cidade, & do defauenturado fucceffo que teue. sup fol. 227 fol.227 Cap.179. De tudo o mais que fucedeo até nos partimos para o porto da C, un- da,& dahy para a China, & da defaué- tura que nefta viagem tiuemos. f.228 Cap.180. Do que nos fucedeo defpois q nos partimos defta reftinga. fol.230 Cap. 181. Como defte porto de C,unda fuy ter a Sião, donde em companhia de outres Portuguefes fuy com el Rey àguerra do Chiammay,& do fucceffo della.colyage Cap.182. Do mais que efte Rey de Sião fez atè fe tornar para o feu reyno, on- fol. 231 de a Raynha fua molher o matou com peçonha. bisan migimbed fol. 233 Cap.183. Da trifte morté defte Rey de Sião, & de alguas coufas illuftres quo elle fez em fua vida. his fol.234 Cap 184 Como o corpo del Rey foy quei mado, & à cinza leuada a hum pagode,) & de outras nouidades que fuccederaō fol 236 no reyno. Cap.185. Como o Rey do Bramaa empré- deo tomar eftereyno de Siao, & do que paffou até chegar à cidade de Odiaa. 174 fol.238 Cap.186. Como el Rey do Bramaa deu o 8 primeyro affalto a efta cidade Odiaa, & do fucceffo delle. mudab fol. 239. Cap. 197. Como fe deu o derradeyro af- falto & o fucceffo delle. o. fol. 241) Cap.188. Como o Rey Bramaa aleuantou efte cerco por nouas que lhe vierao de hum aleuantamento que ouuera no reyno de Pegun, & do que fobre iffo fez. ad up ob 8.fol. 242 Cap.189. Da muyta fertilidade do reyno de Sião, & de outras particularidades fol.243 delle. Cap.190. Do que mais fucedeo no reyno de Pegu até a morte do Rey do Bra- maa & defpois della. fol. 244 Cap.191. Do que fucedeo no tempo de- fte Rey Xemim de C,atao, & de hum 3 cafo abominauel que aconteceo a Dio fol. 246 go Soarez. Cap.192. Do mais que paffou nefte cafo fol.248 de Diogo Soarez. Cap.193. Como o Xemindoo veyo fobre o Xemim de C,atao & o que dahy fuc- cedeo. ofol. 249 Cap. 194. Do q fez o Xemindbo defpois de fer coroado por Rey de Peguu, & como o Chaumigrem colaço do Rey do Bramaa veyo fobre elle com hum grande exercito & do fuceffo que teue. fol. 250 Cap.195. De hum groffo motim que ouue no campo defte nouo Rey Bramaa, & da caufa porque fe leuantou, & do fuc- ceffo delle. Sfol.252 Cap.196. Da fentença que derao os feys juizes Página:Peregrinaçam.pdf/622

Página:Peregrinaçam.pdf/623