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Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 3 (1862).pdf

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Wikisource, a biblioteca livre
Título Os Miseraveis
Autor Victor Hugo
Tradutor Justiniano José da Rocha
Local São Luis
Editora Tipografia do Progresso
Volume 3
Ano 1862
Fonte Digitalização dos originais
Volumes Vol. 1Vol. 2Vol. 3
Progresso Pendente adaptar uma grafia moderna a uma grafia de época
Páginas
Title 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 ToC ToC ToC ToC Title 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 Title 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 ToC ToC
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III— 
Principio de sombra 
 12
IV— 
Cab roda em inglez e ladra na giria 
 16
V— 
Cousas da noite 
 24
VI— 
Mario torna-se real a ponto de dar a Cosetta o numero da sua casa 
 25
VII— 
O velho e o novo coraçāo frente á frente 
 32
 
LIVRO NONO.
 
I— 
Joāo Valjean 
 45
II— 
Mario 
 47
III— 
Mabœuf 
 50
 
LIVRO DECIMO.
 
I— 
A superficie da questāo 
 55
II— 
O fundo da da questāo 
 59
III— 
Um enterro: occasiāo de renascer 
 66
IV— 
As effervescencias de outrʼora 
 72
V— 
Originalidade de Pariz 
 78
 
LIVRO UNDECIMO.
 
I— 
Alguns esclarecimentos acerca das origens da poesia de Gavroche. — Influencia de um academico sobre esta poesia 
 82
II— 
Gavroche em marcha 
 85
III— 
Justa indignaçāo de um cabelleireiro 
 89
IV— 
O menino admira-se do velho 
 91
V— 
O velho 
 93
VI— 
Recrutas 
 95
 
LIVRO DUODECIMO.
 
I— 
Historia de Coryntho desde a sua fundaçāo 
 97
II— 
Alegrias preliminares 
 103
III— 
Principia a anoitecer para Grantaire 
 113
IV— 
Tentativa de consolaçāo para a viuva Hucheloup 
 117
V— 
Os preparativos 
 121
VI— 
Emquanto esperam 
 124
VII— 
O homem recrutado na rua das Billettes 
 127
VIII— 
Varios pontos de interrogaçāo a respeito de um tal Le Cebuc que talvez assim se nāo cchamasse 
 131
 
LIVRO DECIMO TERCEIRO.
 
I— 
Da rua Plumet ao bairro de SanʼDiniz 
 136
II— 
Pariz vista a vôo de curuja 
 140
III— 
O ultimo degrau 
 143
 
LIVRO DECIMO QUARTO.
 
I— 
A bandeira: primeiro acto 
 149
II— 
A bandeira: segundo acto 
 153
III— 
Gavroche teria obrado com mais acerto se aceitasse a clavina de Enjolras 
 156
IV — 
O barril de polvora 
 158
V— 
Fim dos versos de Joāo Prouvaire 
 161
VI— 
A agonia da morte depois da agonia da vida 
 164
VII— 
Gavroche profundo calculador das distancias 
 169
 
LIVRO DECIMO QUINTO.
 
I— 
Tagarella, tagarella 
 173
II— 
O gaiato inimigo das luzes 
 182
III— 
Emquanto Cosetta e Toussaint dormem 
 187
IV— 
Os escravos de zelo de Gavroche 
 189

INDICE

 
das materias contidas na quinta e ultima parte.
 

 
 
LIVRO PRIMEIRO.
 
I— 
Charydes do bairro de Sancto Antonio e Seylla do bairro do Templo 
 5
II— 
O que se ha de fazer no abyso senāo conversar 
 14
III— 
Claros e sombras 
 19
IV— 
Cinco de menos, um de mais 
 22
V— 
Que horisonte se avista do alto da barricada 
 30
VI— 
Mario attonito, Javert laconico 
 35
VII— 
Agrava-se a situaçāo 
 38
VIII— 
Os artilheiros nāo se deixam motejar 
 43
IX— 
Emprego dessa antiga destresa de ladrāo de caça e dessa pontaria infallivel que influiram na condemnaçāo de 1796 
 47
X— 
Aurora 
 50
XI— 
O tiro de espingarda sempre certeiro e nunca mortifero 
 55
XII— 
A desordem partidista da ordem 
 57
XIII— 
Clarōes fugaces 
 61
XIV— 
Em que se lerá o nome da amante de Enjolras 
 64
XV— 
Gavroche fóra da barricada 
 67
XVI— 
Como de irmāo torna-se pae 
 71
XVII— 
Mortnus pater filium moriturum expectat 
 81
XVIII— 
O abutre torna-se presa 
 84
XIX— 
Joāo Valjean vinga-se 
 89
XX— 
Os mortos teem razāo e os vivos nāo deixam de a ter 
 93
XXI— 
Os heróes 
 103
XXII— 
Passo a passo 
 108
XXIII— 
Orestes em jejum e Pylades bebado 
 112
XXIV— 
Prisioneiro 
 116
 
LIVRO SEGUNDO.
 
I— 
A terra empobrecida pelo mar 
 120
II— 
A historia antiga das cloacas 
 125
III— 
Bruneseau 
 129
IV— 
Pormenores ignorados 
 133
V— 
Progresso actual 
 138
VI— 
Progresso futuro 
 140
 
LIVRO TERCEIRO.
 
I— 
A cloaca e as suas sorpresas 
 146
II— 
Explicaçāo 
 153
III— 
O homem perseguido 
 156
IV— 
Tambem elle carrega a sua cruz 
 161
V— 
Para a arêa como para a mulher ha uma finnra que é perfidia 
 166
VI— 
O fontis 
 172
VII— 
Ás vezes o homem é mal succedido onde conta desembarcar 
 175
VIII— 
A aba da casaca cortada 
 178
IX— 
Mario parece morto para quem é entendido na materia 
 184
X— 
Volta do filho prodigo da sua vida 
 189
XI— 
Abalo no absoluto 
 192
XII— 
O avô 
 195
 
LIVRO QUARTO
 
I— 
Javert desvairado 
 202
 

VOLUME X.

 
LIVRO QUINTO
 
I— 
Em que se torna a ver a arvore que tem uma chapa de zinco 
 3
II— 
Mario, sahindo da guerra civil, prepara-se para a guerra domestica 
 7
III— 
Mario ataca 
 13
IV— 
Mademoiselle Cuillenormand a final nāo acha máu que o senr. Cortavento entrasse com alguma cousa debaixo do braço 
 17
V— 
Guardae antes o vosso dinheiro em alguma matta do que em casa de qualquer banqueiro 
 23
VI— 
Os dois velhos envidam todos os esforços, cada um a seu modo, para que Cosetta seja feliz 
 25
VII— 
Effeitos de sonho misturados á ventura 
 34
VIII— 
Dois homens impossiveis de descobrir 
 37
 
LIVRO SEXTO.
 
I— 
16 de fevereiro de 1833 
 42
II— 
Joāo Valjean continúa a trazer o braço aopeito 
 52
III— 
A inseparavel 
 62
IV— 
Immortale jecur 
 65
 
LIVRO SETIMO.
 
I— 
O setimo circulo e o oitavo céu 
 70
II— 
Obscuridades que podem ser contidas nʼuma revelaçāo 
 88
 
LIVRO OITAVO.
 
I— 
O quarto de baixo 
 97
II— 
Outros passos para traz 
 103
III— 
Elles se lembram do jardim da rua Plumet 
 107
IV— 
A attracçāo e a extincçāo 
 112
 
LIVRO NONO.
 
I— 
Compaixāo para os desgraçados, porém indulgencia para os felizes 
 115
II— 
Derradeiro bruxolear da alampada sem oleo 
 128
III— 
Uma pena peza a quem levantava a carroça de Cortavento 
 121
IV— 
Garrafa de tinta que nāo faz mais do que lavar 
 124
V— 
Noite por detrás da qual está o dia 
 143
VI— 
A relva esconde e a chuva apaga 
 154
 

 
 
fim do indice.