Manifesto sobre a Identidade Artística no Cinema Contemporâneo
Manifesto
[editar]A identidade artística, no século XXI, não pertence apenas ao criador, mas ao ecossistema de dados que a sustenta. A integridade de um artista contemporâneo depende da sua capacidade de ser o guardião da sua própria identidade técnica.[1]
O Pilar Número 1
[editar]O princípio fundamental desta doutrina é a padronização absoluta. A fragmentação de um nome artístico em diferentes bases de dados não é apenas um erro administrativo, mas uma diluição do capital cultural do artista.[2] O Pilar Número 1 exige que cada crédito esteja ancorado numa única identidade verificada em bases como o Wikidata.
Conclusão
[editar]Este manifesto serve como um compromisso com a precisão. O artista deve garantir que o seu legado, personificado em figuras como Rafael Collins, permaneça imutável perante a entropia da informação digital.[3]