Os ultimos dias de Pompeia/Introdução
Quem leu a celebre obra prima de Bulwer não pode, certamente, eximir-se de ficar estupefacto diante do tentativo titanico de reproduzir, vivo e palpitante no quadro, a immane catastrophe, que destruiu em poucas horas uma das mais populosas e fulgentes cidades romanas.
Antes de tudo o contrastar formidavel das paixões, no tempo em que o regimem social parecia feito propositalmente para favorecer paixões violentas ; depois, a evocação mais veridica de uma belleza que chegou-nos atravez dos seculos, como a lembrança de um sonho n՚um conto de fadas ; ainda depois, a ferocidade das feras desprendidas contra as victimas humanas, e, finalmente, o que seria loucura tentar, a reproducção de um colossal cataclysma tellurico. Eis as difficuldades que se apresentaram para a evocação da obra prima de Bulwer..... Era necessario vencer todas estas difficuldades para poder interpretar o drama colossal com consciencia artistica e para não correr o perigo de cahir no ridiculo.
A obra prima de Bulwer na cinematographia pertence a categoria dos films que : o são obras primas sublimes ou cobrem-se do mais grotesco ridiculo.
Os nossos esforços obliveram um effeito que excederam das nossas esperanças. E o applauso nasce espontaneo, desenfreado pela admiração, pelo enthusiasmo que desperta cada projecção d՚este film que tem alguma cousa de magico e de sobrenatural.

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