Página:A Guerra de Canudos.djvu/170

Wikisource, a biblioteca livre
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
146
A Guerra de Canudos

Brazileiro. Quando os acontecimentos assumiram mais grave feição, chegou a tomar vulto uma ideia, attribuida ao general em chefe: romper o cerco á baioneta, operação no emtanto impracticavel, visto que, importava no abandono da artilharia, com os poucos muares de tracção inutilisados e difficil transporte dos feridos em grande numero, como deixarem o ponto da Favella, sem duvida o melhor na occasião para uma rezistencia mais prolongada.

Posteriormente, houve mesmo quem affirmasse pela imprensa ter o general Arthur Oscar desesperado do resultado, quando é certo que aquelle chefe, bem como o general S. Barbosa, fizeram communicar sua energia ás tropas, expondos-e como todos, providenciando sobre múltiplos assumptos, entre o fragôr da batalha.



A realização de factos tão complexos e melindrozos, proveio do facto de ter o coronel Campello se atrazado na marcha com o comboio, que ficou cercado pelos jagunços, do que rezultou ficar a 1ª columna privada da munição de tão urgente necessidade.

O comboio marchou de Jueté a 26, parando nas Baixas do Rosario, onde recebeu um augmento de 47 cargueiros de munição e generos. N'uma casa em ruinas, ficaram 20 cunhetes