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A Guerra de Canudos

1° tenente Marcos Pradel de Azambuja, dava enorme trabalho para ser transportado a bois, parando constantemente, por vezes soffrendo boléos tremendos, em risco de ser inutilisado. Muitos e relevantes serviços prestou na sua conducção o alferes-honorario José Leite de Oliveira, com toda dedicação preparando-lhe o leito para a passagem, evitando-lhe, mais de uma vez, a queda em algum precipicio.

Tendo a columna marchado de Monte-Santo á 20, o fez com as tropas á meia ração,, ficando na villa o coronel Campello, providenciando sobre o comboio, cuja partida só poude ser effectuada a 22, protegido pelo 5° corpo de policia da Bahia; deste modo não era de extranhar que os soldados desde o inicio da marcha, fossem experimentando certas privações, algum tanto minorada sem Aracaty com a farinha de alguns cargueiros idos do Cumbe, sendo destribuida com parcimonia, carneando-se em seguida.

A' 25 a vanguarda chegou ao Rosario, onde o general Arthur Oscar teve sciencia por um proprio enviado pelo general Savaget, de que a 2ª columna batia-se em Cocoróbó.

Em caminho de Juá para Aracaty, o general em chefe teve aviso de que um pequeno grupo de jagunços ateava fogo e tentava destelhar a casa da fazenda do coronel José Ame-