vidade da situação nos impõe e que, fortalecendo a administração, assegurará ao Estado a paz e a tranquilidade. Viva a Republica! Maranhão, 18 de novembro de 1889».
Entravam, então, os governantes provizórios na sua tarefa dupla: propagar e administrar.
A narrativa dos acontecimentos, nítida e fielmente feita, sob o caramanchel da «Aurora», pelo prestante Jovino, nenhum comentario vivo despertava. De quando em vez, a proporção que ali se desvendavam as tenebrozas cenas do enterramento das vitimas baleadas, os horrores do hospital, e as adezões subitas, espontaneas e surpreendentes, os bons homens prozadores da quinta entreolhavam-se; e, no seu mutismo, afigurava-se a todos elles ser aquillo tudo ali contado apenas um esboço de horrendos desmandos e iniquidades, que promanariam da transformação inesperada por que passára a nação, de governo monárquico reprezentativo constitucional para republicano federativo.
E nesse afigurar incomentado se ficaram; e tanto que, mal o Jovino, declarando-se esfalfado, se retirava, e elles que, num dezejo unanime de boa noite ao capitão Marçal, tambem imitavam o