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academico adezista na sua disparada rumo dos penates.
Para o pôvo fôra cruciante e, ao mesmo tempo, jubiloza a passajem dos primeiros dias do rejimen sucedaneo do monárquico.
A nova policia, transformada em administração da «segurança publica», ajia com implacavel dureza.
Findo o martirio dos mandatarios sobreviventes das arruaças da vespera da adezão, a segurança publica tratava de catrafilar os cabecilhas mandantes, que á sua sanha eram apontados por mizeraveis delatores, alguns delles que até haviam comungado na mesma idéa e planeado, em ação conjunta, o assalto a O Globo e a agressão a que lográra escapar o dr. Belarte. Varios delles, cabeças de motim, avizados a tempo, conservaram-se forajidos, sob coberta enxuta, e na expectativa do desfecho das dilijencias policiais. Outros indiciados, porém, não se puderam furtar á detença e á inquirição, indo ter á prezença das autoridades. Nesse numero foram incluidos o Joaquim Alberto e o Apolonio Gaudencio; este, foguista e, aquelle, zelador da Uzina do Rapozo, os quais a delação apontava como elementos mais felinos do motim e dos seus principais ins-