tigadores, submissos ás insinuações do dr. João Eduardo para promoverem a bernarda.
A policia civil republicana tinha á testa da sua delegacia, no seio da Capital,o tenente Queiroz, oficial do 5., que, na noite que se seguiu á refrega, se oferecera e fôra aceito para render o seu colega no comando da fôrça garantidora do vespertino ameaçado e dos homiziados no seu edificio. Os seus primeiros atos foram os mais absurdos e iniquos. Era elle verdadeira negação do tipo de autoridade calma e reflexiva; possuia os mais vivazes sentimentos de crueza e despotismo, no mando ditatorial que lhe entregavam.
Por ordem de tão arbitraria autoridade fôra uma fôrça embalada á porta principal da Uzina exijir a entrega dos dois implicados, com a determinação de conduzi-los arrastados, si recalcitrassem, ou fazer fôgo, dado que os operarios, como se propalava, instigassem o foguista e o zelador do estabelecimento a dezobedecerem o mandado de prizão. Mas ninguem se opôz, diante aquelle intimidador aparato de fôrças, a que os dois arruaceiros seguissem prêzos para a cadeia publica, onde ficaram sob a mais rigoroza incomunicabilidade.
A՚ frente da policia militar achava-se o major Honorato Clemente, tambem pertencente ao