os recantos da ex-provincia. Cidade, vila ou povoação, por menor que fosse, porfiava em fazer ajitar todo pompeante o pavilhão republicano, ao som da Marselheza. As proprias Camaras municipais encabeçavam o movimento e promoviam festejos imponentes, enviando extensos telegramas congratulatórios á Junta Governativa.
Na Capital, não era menor o entuziasmo francamente manifestado por todas as camadas sociais. A edilidade fizera garbo em aderir com ruido, tornando os seus adezistas em bem evidente pozição.
Diariamente iam ter á Caza do Governo reprezentantes de todas as corporações e numerozos empregados publicos, em cumprimentos coletivos, levados pelos proprios chefes das repartições. Eram: a Associação Comercial, pela sua diretoria; o Fôro pelos membros da Relação, juizes de direito e substitutos, escrivães e o corpo de beleguins, chefiado pelo sarjento Raimundo; a Alfandega, desde o inspetor ao guarda, e do capataz ao remeiro; o Liceu, pelos corpos docente e dicente; os artistas, os práticos da barra, a oficialidade da Guarda Nacional, e uma infinidade de comissões de sociedades de fins multiplos.
Aderiam todos numa vertijinozidade pasmo-