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A CHRISTÃ NOVA


De árvore antiga: «Nunca! Hão de primeiro
A alma arrancar-me! Ou se heis peccado, e a morte
Pena hade ser da commettida culpa,
Comvosco descerei á campa fria,
Junctos a mergulhar na eternidade.
          Israel tem vertido
Um mar de sangue. Embora! á tona delle
Verdeja a nossa fe, a fe que anima
O eleito povo, flor suave e bella
Que o medo não desfolha, nem ja sécca
Ao vento mau da colera dos homens!»