Página:Americanas.pdf/91

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E a flor de trigo e mel de que se nutre,
Sonhos, são sonhos do propheta. É morta
Jerusalém! Oh! quem lhe dera os dias
Da passada grandeza, quando a planta
Da senhora das gentes sôbre o peito
Pousava dos vencidos, quando o nome
Do que ha salvo Israel, Moysés...»
                «— Não! Christo,
Filho de Deus! So elle ha salvo os homens!»
Isto dizendo, a delicada virgem
As mãos postas ergueu. Uma palavra
Não disse mais; no coração, emtanto,
Murmurava uma prece silenciosa,
Ardente e viva, como a fe que a anima
        Ou como a luz da alampada
A que não faltou oleo.