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a Poetica
rio á razão, e a maldade; quando o Poeta uſa, ſem neceſſidade alguma, ou do que ſe oppõe á razão, como Euripedes no Egiſto, ou da maldade, como no Oreſtes a de Meneláo.
XVI.
Por tanto eſtas objecções, que ſe propõe, são de cinco eſpecies; porque ou ſe critíca alguma couſa como impoſſivel, ou como abſurda, ou como má, ou como contradictoria, ou como contraria ás regras da Arte. As reſpoſtas devem procurar-ſe nos lugares, que ficão ditos, e são doze.CA-