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JUDIA


Ah! Judia! Judia impenitente!
De êrma e de turva região sombria
De areia fulva, barbara, inclemente,
N'uma desolação, chegaste um dia...

Travez o céo mais tórrido, mais quente,
Onde a luz mais flammivoma radia,
A voz dos teus, nostalgica, plangente,
Vibrou, chorou, clamou por ti, Judia!