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II.


Mon pauvre coeur, reprends ton sublime courage
Et me chantes ta joie et ton déchirement. —
A. Houssaye.


A minha alma, talvez, não é tão pura,
Como era pura nos primeiros dias;
Eu sei: tive choradas agonias
De que conservo alguma nodoa escura,

Talvez. Apenas á manhã da vida
Abri meus olhos virgens e minha alma,
Nunca mais respirei a paz e a calma,
E me perdi na porfiosa lida.