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maviosa elegia de Chenier. Poderia eu conservar a grave simplicidade do original? A animação de um amigo decidio-me a não immolar o trabalho já feito; ahi fica a poesia; se me sahir mal, corre por conta do amigo anonymo.




Embirração. — Pag. 71.

Esta poesia, como se terá visto, é a resposta que me deu o meu amigo F. X. de Novaes, a quem foram dirigidos os versos anteriores. Tão bom amigo e tão bello nome tinham direito de figurar neste livro. O leitor apreciará, sem duvida, a difficuldade vencida pelo poeta que me respondeu em estylo faceto, no mesmo tom e pelos mesmos consoantes.




Cleopatra. — Pag. 75.

Este canto é tirado de uma tragédia de M.me Emile de Girardin. O escravo, lendo visto coroado o seu amor pela rainha do Egypto, é condemnado a morrer. Com a taça em punho, entôa o bello canto de que fiz esta mal amanhada paraphrase.