cezes, allemães ou norte-americanos de hoje em dia.
Com certo desalento comtemplamos esses homens, que nós mesmos temos eleito com o fim de que lograremos o surgimento de um mundo novo, e vemos directores que não dirigem, representantes que, em caso melhor, nos impressionam com humilhantes caricaturas do batalhador espirito da nossa raça. Damos conta de que o verdadeiro trabalho pelo porvir da humanidade se effectua independentemente do que constitue ostensivamente a gestão e marcha dos negocios publicos.