dicat, pinamo ut carpat, ut runcat, sókamo ut punetim feriat, contundat. Diversas pospositivas como pe, bo, i, ne, em geral accentuadas ou pronunciadas com a vogal bem aberta, são com tudo sempre breves e de mais á mais encliticas, mas basta a observação e escusa annota-lo na escripta, salvo separando-as da palavra que regem, por exemplo kópe ou kó-pe in arvo, ópe ou ó-pe contracto de óg-pe in domu; tábo ou tá-bo legendum, lectu, húbo ou hú-bo quærendum, quæstu, etc., em que as syllabas finaes são sempre abertas, mas breves. Com tudo para evitar duvidas ainda será necessario em certos casos empregar o signal circumflexo para designar as longas e onde fôr esse signal empregado as syllabas que se seguirem serão sempre breves, por exemplo karamingua area, capsa, que tem o ê longo ainda que a ultima seja accentuada com o til; dá-se aqui uma pronunciação semelhante á das palavras portuguezas sótão, sarámpão, benção e outras.
Além destes signaes torna-se necessario o emprego dos pontos diacriticos para indicar a pronunciação de vogaes concomitantes que formam syllabas separadas. Esta concomitancia de vogaes é frequentissima e até dá-se muito a repetição da mesma vogal como se vê em kaä frutetum, sylva et herba, hoö corporeus, torosus, soö animal, ñeëng loqui, heë pellere, huü mollis, piï tenuis, minutus, e tambem ñeä cor et medulla, pyä [{smaller|stomachus}} et cor, hüã caulis, thallus medullosus, spina dorsi, que se pronunciam separadamente de modo que todas estas dicções são dissyllabas.
Fazendo-se algum reparo no modo de fallar, nota-se que os paraguayos frequentemente pronunciam, quando dá-se esta concomitancia de vogaes, a segunda com alguma aspiração. Como se verá adiante existe na lingua a aspirada h que corresponde ao spirritus asper dos grammaticos, e na concomitancia de vogaes,