de que aqui se tracta, parece que na segunda vogal sente-se o spiritus lenis. Na dicção hüũ a primeira syllaba é pronunciada com a aspiração forte do h, e na pronuncia do segundo u dá-se uma como diérese na qual é sensivel o spiritus lenis differente do spiritus asper da primeira. Com o trema (¨), collocado sobre uma das vogaes entre as quaes apparece uma como diérese, se indicará onde deve haver spiritus lenis; devia este signal ficar sobre a vogal que tem o spiritus lenis, mas nem sempre é isso possivel, como por exemplo em ñëẽ=ñëeng loqui, ñëê=ñeëm effundi, hëẽ sapidus, onde as syllabas que tem spiritus lenis LENIS já são marcadas com outro signal.
Os pontos diacriticos são indispensaveis tanto mais quanto na lingua ha tambem abundancia de diphtongos e cumpria distingui-los. Em pyä stomachus, byä commodo esse (propriamente être à son aise) ha duas syllabas e na segunda o spiritus lenis ; e pelo contrario em piâr se tueri, pyû tener, lenis, hêi lavare, hyî cupere as vogaes formam diphtongo e ha uma só syllaba. Como nas typographias não ha y com accento nenhum, fica ainda um profundo defeito na accentuação de dicções como pyû, hyî e outros que deveram ter o accento sobre o y por ser o seu som predominante no diphtongo.
Para se tornar bem sensivel a differença entre o spiritus lenis e o spiritus asper vejam se por exemplo : poö manus ampla, sc. munificus, beneficus, em que ha spiritus lenis na segunda; pohó e manu ire, effugere, em que a segunda syllaba tem h ou spiritus asper ; finalmente poóg manu legere, colligere em que as vogaes oó succedem-se simplesmente ambas accentuadas. Oö crassus tem spiritus lenis na segunda, ohó it, vadit tem spiritus asper; assim a mesma cousa com ñëë loqui, ñëëeffundi, e ñehē evacuari, com pyä stomachus e pyhar tenebræ.