viridis, páceme ou páqueme ou pácamo por pákamo eum expergiscatur, (paceme escreveu Anchieta).
Preferio-se o ñ espanhol ao nh portuguez correspondente á gn francez. O ñ é sem duvida preferivel não só porque é usado geralmente, como porque representa-se o som por um só caracter, evitando ambiguidades. Escripto este som nh á portugueza dar-se-hia confusão entre anhó (ang-hó) animæ ire, suspirus e añó solus, unicus. Se fosse adoptada a franceza gn poderia ainda apparecer alguma confusão com os sons representadas por g e por n.
Por motivos identicos preferio-se o s em vez de ç e de c (antes de e, i) para a sibillante.
O emprego do ç á portugueza trouxe o inconveniente de confundir-se o s com o h. Este h representa por si um elemento grammatical; nomes e verbos começados por t representam certo estado absoluto; logo que se subordinam á nomes e pronomes mudam o t em r, e quando o pronome é de 3.ª pessôa o r torna-se h, e este muda para gu quando é reciproco. Por exemplo: tub pater, che-rub meus pater, nde-rub tuus pater, karüi-rub christiani pater, hub ejus pater, guûb suus pater. Já não acontece assim com o s que não varia e que até parece exigir, quando está no começo dos vocabulos, uma syllaba addicional preposta. Por exemplo sá oculi que faz na forma absoluta tesá oculi e depois conforme a regra das mudanças do t, che-resá, nde-resá, hesá, guesá mei oculi, tui oculi, ejus oculi, sui oculi; Tupã-resá Dei oculi. Aqui vê-se que os do radical ficou invariavel.
Para a semi-consoante quasi chiante adoptou-se j, convindo não confundi-la com i que tambem por si representa um pronome de 3.ª pessoa e com certa classe de nomes e verbos corresponde ao h já mencionado. Só na grammatica póde ser elucidado o que diz res-