Página:Flores do Mal (1924).pdf/175

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Sob os teus pés pequeninos,
Sob os teus chapins risonhos,
Eu coloco os meus destinos,
O meu talento, os meus sonhos,

E a minh’alma, que salvaste
Furtando a á treva funérea!
Luz viva que despontaste
Na minha fria Sibéria!