Página:Flores do Mal (1924).pdf/90

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Nos olhos infernaes, espelhos da tua alma,
Monstro sem coração! a chama viva acalma;
Repara que eu não sou um Estígio incansavel...

Nem me é dado, ai de mim! megera libertina,
Para quebrar-te a força e a luxúria indomavel,
No teu leito sensual tornar-me Proserpina!