ELOGIO FUNEBRE
A uma dama, prodigio de fecundidade, que dá á luz tres romances, por semana, nos jornaes do Porto.
Atafona
de romances,
És um carril a vapor!
Romantisas quanto achas,
E nos folhetins encaixas
Com satanico furor.
Cornocopia da toleima!
Nós fizemos-te algum mal?
Tu não sabes, escriptora,
Como zombam lá por fóra
Das lettras de Portugal?
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