Página:Há uma Gota de Sangue em Cada Poema.pdf/39

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Natal

 

Natal... Hora de sinos badalando,
de neve branquecendo pinheirais;
hora de pés de criancinhas arrastando
pela brancura lisa do caminho;
hora do cândido velhinho...

– Em Reims, os sinos não badalam mais!

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