para que parte de terra hi es que deſcãçarã meus olhos em leuarem para laa a viſta tudo me foy tirado no meu mal, nẽ remedio nẽ cõfoꝛto ouue ahi. Para morrer, azinha me pudera yſro apꝛoueytar mas para yſto nam me apꝛoueytou. Ynda cõ voſsco vzou deſauentura algũ modo de piedade en vos alõgar deſta terra pois q̃ pera nã ſentirdes magoas nam a via remedio para as nam ouuirdes volo deu. Coitada de mi que eſtou falãdo ⁊ nam vejo oꝛa eu q̃ leua ho vento as minhas palabꝛas en que me nam pode ouuir a quem falo, bẽ ſei que nã era eu para yſto, aqui me quero oꝛa pooꝛ poꝛ que eſcreuer algũa couſa pede alto repouſo, ⁊ a mĩ as minhas magoas oꝛas me leuã para hum cabo oꝛas para outro ⁊ trazẽme aſſi que me he foꝛçado tomar as palauras que me ellas dam poꝛ que nam ſam tam coſtrangida ſeruir a o engenho como a minha doꝛ, deſtas culpas me acharam muitas neſte liurinho mas da minha vẽtura foram ellas, ainda que quem me manda a mĩ oulhar poꝛ culpas nem deſculpas q̃ ho liuro a de ſer do q̃ vai eſcrito nele, das triſtezas nam ſe pode contar nada ordenadamente: poꝛ que deſordenadamente acõtecem ellas e tãbem poꝛ outra parte nã me daa nada ho lea nĩguem q̃ eu nam
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