as lagrimas maternas com osculos e caricias, dizendo:
― O' minha querida mãe, não chore!.. Despedaça-me o coração! Ouça-me... Eu tenho todos os seus ditames gravados na alma.
― Então, meu filho, como ousas pensar em duello?!..
― E não tente desviar-me do meu proposito. Escute o qué tenho a dizer-lhe. Declarei-lhe os meus intentos por duas razões, primeiro porque m'o ordenou, segundo porque nem as suas ordens, nem os seus rogos podem abalar a minha resolução. O castigo do máo póde ser deferido, se me fecharem, mas ou tarde ou cedo lho hei de dar. Não chore... não chore assim!.. Olhe, minha adorada mãe, não esqueci os seus preceitos de religião, le perdoaria uma offensa propria; mas não posso deixar passar calumnias sobre a pessoa mais virtuosa da terra. Devo castigar o difamador: se o não fizesse, poderiam haver crédulos... Pelo que tenho observado o mundo menoscaba a virtude humilde, e acata o vicio mesmo sendo arrogante. E' mister pois, que a virtude tenha