se apartou de mim!.. Oh! e com que ancia o apertaria nos meus braços... o comeria de beijos!.. Meu Deus!.. Lá vem minha filha!.. a minha adorada Virginia!.. Eu morro!..
E ella se deixou cair sobre um banco, que estava alli perto, debaixo de uma pequena latada.
Os tres jovens tinham-se encontrado e voltavam para onde estava a pobre desconhecida. Esta tornou a animar-se e erguendo a cabeça afastou as folhas da latada e pensou, examinando Virginia:
— Como é linda!.. Como é graciosa!.. O mancebo mais alto a traz abraçada!.. E' então na verdade o meu querido Augusto!.. Como são lindos meus filhos!.. E como mostram amar-se!.. Misera de mim! Quanto elles me amariam, se os não tivesse abandonado!
Já não podia chorar mais. Tinha os olhos inchados e as faces ardentes. Apertou as mãos ao peito, murmurando:
― Oh, meu Deus! dai-me forças para resistir à tentação de chamal-os em altos brados... de correr a seus braços!.. Quanto
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