algum tempo, e lhe poupou de ouvir o que diziam as criadas que a deitaram.
Custou muito a fazer tornar a si Henriqueta. Passadas duas horas abriu a infeliz os olhos. Junto ao leito estava um cirurgião, Rosa, a antiga criada da casa, Virginia e o negro José, que chorava grossas lagrimas aos pés da cama. A enferma só via sua filha.
Saiu o cirurgião depois de ter dito o que se havia de dar á doente, que elle achava em extremo abatida. Virginia perguntou a esta com muita doçura, se queria que lhe deixasse Rosa, ou se desejava ficar só com o seu criado, que a tinha vindo procurar, não a vendo chegar á estalagem.
― Oh, meu Deus! pensou a infeliz, minha filha vai deixar-me!
A menina repetiu a pergunta.
― Deixa-me?!.. articulou a pobre mãe. Não tornarei a vel-a?
― Virei depois ver como está, redar-