guiu- a filha de Julio. Agora vou para a minha familia.
― Para a sua famia?!.. Tem razão.... Não deve deixal-a mais tempo para estar com uma estranha.
Havia certo azedume n'esta phrase. Virginia não o percebeu e lhe disse, que se quizesse alguma cousa, a mandasse pedir pelo seu criado, e dispunha-se a sair.
Henriqueta a deteve, dizendo com voz supplicante e chorosa:
― Antes de me deixar faça-me uma graça.
― Não se acanhe, replicou a menina, diga o que quer.
― Queria tornar a beijar-lhe a mão.
― Beijar-me a mão!.. Para que? Não me deve favores.
― Oh!.. devo muitos... muitos! E faz-me lembrar uma filha que perdi.
― Pobre mãe!..
E Virginia se debruçou sobre o leito, e beijou o cadaverico rosto de sua mãe.
Esta não pôde senhorear suas sensações; apertou a donzella em seus descarna-