― Sim, meu pae... respondeu ella, forcejando por suster suas lagrimas e suspiros. Depois approximou-se d'elle, dizendo-lhe com meiga tristeza: ― Meu querido pae, deixe-me beijar Virginia, e abençôe-me... Quero ir deitar-me, por me doer a cabeça... e quero levantar-me cedo.
A pobre Henriqueta beijou sua filhinha com sofreguidão e lhe inundou o rosto de lagrimas, abraçou seu pae e lhe beijou a mão. Elle lhe afagou as faces, dizendo:
― Deus te abençôe. Choras!..
― Choro tanto de ternura e alegria, como de tristeza... O amor que o pae tem a meus filhos...
― Está bom... Chorar de tristeza ou de ternura deve augmentar-te as dores de cabeça.
― Tem razão... Adeus, meu pae.
E saiu precipitada. No corredor encontrou sua mãe, de quem se despediu. Alli estava já muito escuro, e suas lagrimas não foram vistas.
Vinha um criado com luze ella se apressou a deixar sua mãe.
Chegando ao quarto arrancou os cabel-