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Paris! Paris! Paris! terra de encantos,
Eterno, ebri-festante paraiso,
Aonde os risos de prazer são tantos,
Que só é sério quem não tem juizo!...

As melhores descripções são devidas aos que pintam lugares, que nunca viram. Isto já passa em julgado e, passará a anexim, quando apparecer o meu romance passado om Djirjeh, no alto Egypto, aonde não pretendo jámais pizar.


CAPITULO XIX.


Decidido a mudar de rumo, fui levar essa nova a Simphoriano.

Entrei pé ante pé. O meu amigo estudava. Simphoriano ainda acreditava que, para se saber alguma cousa, fosse mister—queimar as pestanas. Toleirão por esse lado.

Não se convencia que a sapience-moufle do filho de Gargantua é a que mais apanha neste abençoado torrão, aonde de meia em meia braça se esbarra a gente com um Dr. Tubal Holoferne.