fazeja, que fizesse derivar para aqui uma migalha do Erário Público.
E as vereações municipais só acordavam, quando a estação tutelar lhes lembrava o seu dever[1].
Estudou-se uma estrada real, há 50 anos, de Valença para Ponte do Lima, com passagem forçada por aqui.
Ficou no papel.
A edilidade courense, para atender às constantes reclamações do povo, realizava uns projectos de viação, que morriam na secretaria.
Em 1866, sessão de 15 de Setembro, foi apresentado e aprovado um - «Plano provisório dos caminhos concelhios e municipais» -, cujo fim era ligar-nos às vilas dos Arcos de Valdevez e de Monção por dois caminhos concelhios.
A principal artéria de viação é, actualmente, a estrada real n.º 24, que nos liga com a estação de S. Pedro da Torre.
Começarei, pois, por ela a relação das notas que vou apresentar:
O primeiro lanço, desde a estação de S. Pedro até entroncar na estrada de Cerveira para Valença (n.º 23), sítio do Marco, foi construído por conta do caminho de ferro do Minho e Douro, pouco tempo depois da sua abertura à exploração.
Os trabalhos posteriores datam de 1881.
Está construída até à Portela da Cobeluda, freguesia de Insalde, na extensão de 23 kilómetros, assim distribuídos:
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Ponte de Mantelães (vista do nascente)
18 kilómetros até Paredes de Coura (vila) e 5 daqui àquela Portela.
Em 1885 abriu-se ao trânsito público, desde S. Pedro até esta vila.
As suas principais obras são: pontão de Reais ou Calcova; pontão do Anho-Mau, na freguesia de Linhares; pontão de Quintã, sobre o ribeiro deste nome, na de Ferreira; pontão do Bouço, sobre o ribeiro deste nome, entre as freguesías de Ferreira e Formariz; pontão dos Freis, nesta