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Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/135

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Comissão da viação, em que deliberou adicionar àquele plano mais esta estrada.

Depois veio o ofício da repartição de Obras Públicas, de 4 de Março, de 1873, remetendo as instruções para a arrematação do 1.º lanço.

Só na sessão de 28 de Outubro, daquele ano, é que a Câmara apresentou as condições para a adjudicação das obras deste lanço, aprovadas pela estação tutelar em 8 de Novembro, de 1874.

No dia 14 de Novembro, deste ano, foi arrematado o 1.º lanço por - 628$308 réis, sendo adjudicado o trabalho ao empreiteiro Gaspar Pereira Lima, de Ponte do Lima.

Na sessão de 16 de Dezembro, de 1875, foram lidas as condições para a arrematação do 2.º lanço e aprovadas na de 18.

O auto de expropriações foi assinado em 12 de Março, de 1876, e o da arrematação, em 5 de Abril seguinte, sendo empreiteiro Manuel José da Silva, também daquela vila, pela quantia de 1.045$000 réis.

Por alvará de 28 de Março, de 1879, autorizou o Governador Civil a construção do 3.º lanço[1].

Na sessão camarária de 19 de Abril foram apresentadas as condições da arrematação e aprovadas em nova sessão, do mesmo dia.

A 9 de Maio era, pois, arrematado o 3.º lanço pelo empreiteiro Cândido Augusto da Silva, pela quantia de 1.600$000 réis.

O empedramento do 1.º e 2.º lanços foi dado, por arrematação do dia 7 de Dezembro, daquele ano, ao mesmo empreiteiro, pela quantia de 2.099$000 réis.

A do 3.º fez-se a 13 de Novembro, do mesmo ano, ficando com a empreitada Francisco Lourenço de Lima, por 792$000 réis.

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O 1.º lanço começa na vila e vai até à freguesia de Rezende, na extensão de 1.200m,32.

O 2.º, daqui até à devesa dos Portos, com 2.514m.

O 3.º, desde este ponto até à Bouça-Redonda, com 2.260m,86.

Importaram, respectivamente: 2.458$401 réis, 3.831$628 réis e 4.068$732 réis = 10.358$761 réis.

O Estado concorreu com 2.494$430 réis.

A Câmara votou, na sessão de 26 de Maio, de 1877, um empréstimo de 5.000$000 réis, para ocorrer àquelas despesas, que foi aprovado e autorizado pela estação tutelar em 23 de Junho, do mesmo ano, mas só levantou 3.500$000 réis.

A emissão fez-se em «obrigações» de 10$000 réis.

Foi o condutor distrital António José Vieira da Cunha quem procedeu aos estudos desta estrada, ultimados em 14 de Dezembro, de 1882.

2.ª

A estrada municipal, do Livramento (Formariz) à Bolência (Cossourado), parte da estrada real, n.º 24, a entroncar na n.º 30.

Apenas está construído o 1.º lanço, desde a origem até ao lugar do Val (Formariz), na extensão de 980m,70.

Importou em 1.833$245 réis.


  1. O falecido Visconde de Mozelos, então Presidente da Câmara, adiantou para a construção deste lanço a quantia de 550$000 réis, por se não ter recebido o subsidio com que o Estado era obrigado a concorrer.