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Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/136

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A saber:

Expropriações ............256$340

Abertura dos rigões ......48$255

Terraplenagem, aquedutos, muros de suporte, empedrado, etc. ....1.528$666

Em 30 de Abril, de 1898, foi adjudicada a sua construção ao empreiteiro sr. Manuel José da Cunha, da freguesia de Ferreira, que deu começo aos trabalhos no dia 20 de Maio, do mesmo ano.

Os estudos do 2º e 3.º foram feitos pelo condutor de Obras Públicas sr. Manuel Veloso de Carvalho, de Viana do Castelo.

3.ª

Já se indicou a sua directriz.

Tem a sua origem na estrada real n.º 24, em Mozelos.

Tanto a construção desta estrada, como da anterior, foram deliberadas na sessão camarária de 14 de Novembro, de 1896 e aprovadas por decreto governamental de 24 de Março, de 1897.

O empreiteiro do 1.º lanço foi Manuel Lourenço, mas, tendo falecido, tomou conta da obra o sr. Bento Fernandes Rodrigues, pela quantia de 1.438$800 réis, como já era para o primeiro.

As despesas feitas, até 1905, estão assim distribuídas:

Abertura de rigões ...........48$245[1]

Expropriações.................1.242$505

Servidóes.....................708$520

Construção....................1.664$720

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Total......................3.663$990


Os trabalhos continuam, mas ainda não chegam à capela da Pena, que é ponto obrigado.

Têem corrido morosamente por falta de recursos, não obstante a Câmara ter contraído um empréstimo de 4.000$000 réis para a construção destas duas estradas.

A expropriação de umas propriedades, pertencentes ao sr. José de Bessa de Sousa Menezes, de Barcelos, deu origem a demorado pleito judicial.

Estão construídos 1.880m42, tendo-se dispendido reis 3.663$990[2].


  1. Precisamente a mesma quantia da estrada anterior - a 2.ª.
  2. Estas notas referem-se ao ano de 1905.