Além destas, já houve outra feira no lugar de Antas, freguesia de Rubiães, que foi extinta, em 1837, «por ser prejudicial».
Tinha começado, em 1831, por Provisão de D. Miguel.
A sua existência foi, tanto ou quanto, acidentada, parecendo que as paixões políticas do tempo não foram estranhas a isso.
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Uma Junta de bois.
Para a sua extinção, alegou-se - que se praticavam nelas muitos furtos e constantes desordens.
Pelo menos a Câmara representou, neste sentido, à Rainha, em 9 de Abril, de 1837.
Por portaria do Ministério do Reino, datada de 11 de Maio, do mesmo ano, foi autorizado o Conselho do Distrito a resolver, - conforme as precisões e conveniências dos povos.
Em 3 de Junho, esta corporação pronunciou-se pela extinção.
O povo, porém, não recebeu com agrado aquela resolução, e, embora com interrupções, apresentava-se no local da feira.
Os documentos, que compulsei, levam-me a crer que os sectários do Rei expulso é que influiam no povo para ele não abandonar esta feira, apesar de legalmente extinta.
E, como a insistência e teimosia deste não afrouxava, a Câmara impôs a multa de 1000 réis a toda a pessoa, maior de 25 anos, que se apresentasse na feira de Antas.
Mais tarde, por ocasião da Patuleia, (1846) os apaixonados da feira, aproveitando-se deste movimento popular, voltaram a reunir-se, de novo, no sítio do mercado para o continuar, e assim caminharam as coisas até 1847, em que, por virtude de ordens terminantes do Governador Civil, veio uma força armada para o local, afim de não deixar reunir ali o povo.
Por sua parte, a Câmara estatuiu a multa de 2$000 réis para os transgressores, imposta nos mesmos termos da anterior.
Posteriormente, na sessão de 10 de Novembro, de 1859, a Câmara deliberou criar a feira da Chã, na freguesia de Rubiães, em substituição da de Antas, que começou logo a fazer-se, mas a Junta Geral não aprovou esta deliberação.
Pouco tempo antes do ano de 1873, a Câmara mudou