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Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/144

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CAPÍTULO XXII


Real Confraria do Espírito Santo


ESTA é uma das primeiras, senão a primeira irmandade do país, não pelas riquezas e sumptuosidades ou grandeza do templo, mas pelo número de confrades, que regula por - setenta mil.

Ignora-se a data da sua instituição, mas sabe-se que nos seus Estatutos de 1735, chama-se «nobilissima», e constata-se o facto de não haver notícia da sua fundação.

Por Breve do Pontífice Paulo V, de 29 de Março, de 1607, foi anexada à do Espírito Santo, de Roma, ficando a participar das suas indulgências (Cfr. Est. de 1735).

Em 17 de Julho, de 1625, agregaram-se-lhe os sacerdotes, e foram estes os que fizeram os Estatutos aprovados pelo Arcebispo D. Afonso Furtado de Mendonça, que regeram a confraria até aos anos de 1735.

Estes começaram a vigorar, sendo Prior da confraria o padre Bento Barbosa Soares. (Cfr. freguesia de Paredes).

Para levar a cabo a sua reorganização, foi nomeada