A esmola das missas pelos irmãos vivos e defuntos, era de 120 réis e a das distribuídas aos capelães da pauta, chamadas - de notícia -, de 100 réis[1].
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Escadório do Espírito Santo
À festividade do Espírito Santo deviam assistir 40 sacerdotes, pelo que recebiam, cada um, - 300 réis; e todos os sacerdores, de uma légua em redor, tinham obrigação de acompanhar a procissão de Passos, sob pena de 200 réis.
Havia duas classes de irmãos: - de termo e ausentes. À primeira pertenciam os que residiam dentro do perímetro de três léguas; à segunda, os que estivessem fora desta área.
Os Estatutos que regem, na actualidade, esta irmandade, foram discutidos e aprovados em assembleia geral dos irmãos, reunida no dia 14 de Setembro, de 1885, sendo Prior o Rev. abade de Formariz - Francisco José da Cunha, Secretário o sr. padre Francisco Manuel Lourenço Barreiros, Procurador o abade de Infesta - Clemente da Cunha, Tesoureiro o sr. padre Francisco Bento Barbosa e Delegado do culto o sr. Domingos Gusmão da Cunha Ribas.
Quanto ao espiritual, foram aprovados pelo bondoso arcebispo D. António de Freitas Honorato, e quanto ao temporal, pelo vogal da Junta Geral dr. Damião Paulo de Brito Amorim, servindo de Governador Civil, por alvará de 30 de Dezembro, de 1885.
O título de - Real - foi-lhe concedido em 21 de Agosto, de 1873, por El-Rei D. Luís, sendo ministro do reino António Rodrigues Sampaio.
Por provisão do arcebispo D. João Crisóstomo de Amorim Pessoa, datada de 15 de Janeiro, de 1879, era permitido ter na capela do E. Santo os Santos Óleos, que, depois, passaram para a capela do hospital.
Por outra provisão, do mesmo Prelado, foi autorizado o pároco de Paredes, ou o capelão da Misericórdia, a administrar, da capela do E. Santo, o Viático aos enfermos
- ↑ Havia uma «pauta» para qualquer sacerdotes inscrever o seu nome, como capelão, e nesse caso era-lhe distribuído certo número de missas.