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dievaes com o moderno certamen das armas da intelligencia; veio depois uma prelecção pedagógica, tacheada de flores de rhetorica a martello; a apologia da vida de collegio, seguindo-se a exaltação do mestre em geral e a exaltação, em particular, de Aristarcho e do Atheneu, « O mestre é o prolongamento do amor paterno, perorou, é o complemento da ternura das mães, o guia zeloso dos primeiros passos, na senda escabrosa que vai ás conquistas do saber e da moralidade. Experimentado pelo labutar quotidiano da sagrada profissão, o seu auxilio ampara-nos como a Providencia na terra, escolta-nos assíduo como um anjo de guarda, a sua licção prudente esclarece-nos a jornada inteira do futuro. Devemos ao pai a existência do corpo, o mestre crea-nos o espirito (sorite de sensação), e o espirito é a força que impelle, o impulso que triumpha, o triumpho que nobilita, o ennobrecimento que glorifica, e a gloria é o idéal da vida, o louro do guerreiro, o carvalho do artista, a palma do crente! A família é o amor no lar, o estado é a segurança civil; o mestre, com o amor forte que ensina e corrige, prepara-nos para a segurança intima inapreciavel da vontade. Acima de Aristarcho—Deus!